Mina do Pitinga, 35 anos de controvérsias e nada a comemorar

| 06/06/2016 às 18:57

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Comentários

  1. NEREU Heidrich disse:

    Prof. Renan
    Meus pêsames aos familiares do jovem Dr. Rogelio Casado. Se sua máquina falasse.
    Não sou exilado dos tiranos militares. Sou exilado da democracia civil agora contando a estória. Tudo farinha do mesmo saco. A PARANAPANEMA não descobriu nada. Foram geólogos do projeto DNPM CPRM – Sulfetos do Uatumã que identificaram estanho na região. Na sequência o governo chamou o Otávio Lacombe dono da PARANAPANEMA para lhe presentear com uma mina de dois ou três bilhões de dólares. Páreo para uma lava jato né. E mais os peruanos que aí estão, acho que são testas de chineses. A Dilma amava os comunas de olhos puxados. Recebi uma missão deles quando estava aí no início dos anos 2000. O DNPM vulgo agora ANM nunca fez nenhum estudo de terras raras por aí. Os chinas controlam o mercado mundial de elementos terras raras Fora uma das maiores reservas de TANTALO do planeta. O teor é baixo. E mais a criolita. O que o Brasil é o AMAZONAS ganharam? Os ladrões patriotas mandaram o produto do roubo para bancos nos paraisos. A PREVI e associados sabe DEUS? Ficará uma cicatriz, um nada, um vazio e uma tristeza imensa de um GEÓLOGO que sonhou um Brasil melhor.
    Onde estão o Geól. Nelson Bueno, Geól. Fred Cruz e o saudoso senador Jeferson Peres?

  2. NEREU Heidrich disse:

    Prof. Renan
    Meus pêsames aos familiares do jovem Dr. Rogelio Casado. Se sua máquina falasse.
    Não sou exilado dos tiranos militares. Sou exilado da democracia civil agora contando a estória. Tudo farinha do mesmo saco. A PARANAPANEMA não descobriu nada. Foram geólogos do projeto DNPM CPRM – Sulfetos do Uatumã que identificaram estanho na região. Na sequência o governo chamou o Otávio Lacombe dono da PARANAPANEMA para lhe presentear com uma mina de dois ou três bilhões de dólares. Páreo para uma lava jato né. E mais os peruanos que aí estão, acho que são testas de chineses. A Dilma amava os comunas de olhos puxados. Recebi uma missão deles quando estava aí no início dos anos 2000. O DNPM vulgo agora ANM nunca fez nenhum estudo de terras raras por aí. Os chinas controlam o mercado mundial de TER. Fora uma das maiores reservas de TANTALO do planeta. O teor é baixo. E mais a crolita. O que o Brasil é o AMAZONAS ganharam? Os ladrões patriotas mandaram o produto do roubo para bancos nos paraisos. A PREVI e associados sabe DEUS? Ficará uma cicatriz, um nada, um vazio e uma tristeza imensa de um GEÓLOGO que sonhou um Brasil melhor. Desisto

  3. Michael Sabat disse:

    Busquei na internet estudos de impacto ambiental que tenham sido elaborados para licenciamento do projeto de mineração….
    Não encontrei.
    Pelas imagens de satelite tenho a impressão de que existem algumas barragens de retenção de lama (contaminada?) e fico muito preocupado tendo em vista o ocorrido em Mariana.
    Se houver possibilidade aceito maiores informações.

    • Renan Albuquerque disse:

      Prezado Michel, na época em que a mineradora foi constituída e iniciaram-se as obras de escavação e explosão de rochas não existia a exigência de EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impactos ao Meio Ambiente). Além do mais, vivíamos em uma ditadura, o que dificultava ainda mais o diálogo intersetorial.

      Salvo um melhor juízo, há barragens de rejeito, sim, associada a montante da Usina Hidrelétrica de Balbina, empreendimento que margeia o Pitinga e que foi igualmente mal planejado.

      Para mais informações, acesse, pelo google.com.br, tese de doutorado de minha autoria, que faz reflexão sobre o disposto. As palavras-chave “Balbina”, “Vidas Despedaçadas” e “Renan Albuquerque” podem ajudar.

      Abraço.

  4. josé barbosa de carvalho disse:

    É do conhecimento de todos que a mineração Taboca causou danos irreparáveis ao meio ambiente e à Terra Indígena Waimiri-Atroari. Mas, não é só a mineração, a rodovia BR-174, o lago da hidrelétrica de Balbina e,mais recentemente o linhão (em processo de licenciamento ambiental) provocaram a destruição de imensa área de floresta, impactos ambientais gigantescos, que tivemos a oportunidade de relatar no livro Agronomia da Amazônia Em Destaque.

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