Pesquisador do Inpa perde prêmio nos EUA após polêmica sobre sexismo  

| 27/07/2018 às 22:21

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Comentários

  1. Tipos de pessoas como esse tal “dr dick” deveria ser responsabilizado criminalmente, até porque, nos bastidores do instituto, se tem conhecimento de suas atitudes dessa natureza com alunas e estagiárias. Porém, estas, se omitem diante de sabe-se lá o quê?!!!

    Deveria também, responder a processo administrativo por atitudes irresponsáveis e de outras naturezas, sobretudo, expor de maneira vergonhosa o nome da instituição que o acolheu.

    Com a palavra os “dirigentes” do Instituto, os quais, não podem, de maneira alguma, aplaudir uma vergonha atitude por parte de, infelizmente, um servidor que deveria a todo custo preservar o nome da Instituição INPA. É inconcebível e inaceitável atitudes como esta. O caso deveria ser enviado ao ministério público federal para apurar os fatos e de forma severa punir esse “dr”, bem como aqueles que lhes dão guarita.

  2. giselle disse:

    Acho o lado extremo das opiniões. Esse senhor foi e é um importante cientista. Não há duvidas. Só tem que alertar a ele que seu comportamento não pode ser considerado igual entre duas culturas. Acho que as moças que estavam nas fotos podem falar por elas mesmas.

  3. Elvira Eliza França disse:

    Importante essa abordagem da Amazônia Real em relação ao fato. É importante ressaltar que a sociedade americana é menos tolerante em relação a certos comportamentos que são comuns no Brasil. Fica difícil para o leitor fazer o próprio julgamento sem ver as fotos e o fato delas não terem sido publicadas é um dado importante, somado às informações sobre o comportamento do pesquisador em outros momentos. No entanto, é importante ressaltar que imagens que aqui no Brasil são consideradas normais, como os trajes de mulheres no carnaval, por exemplo, nos EUA é considerada pornografia. Na década de 90 uma apresentadora brasileira que tinha um programa infantil, no qual passava batom para beijar e deixar marcas na face das crianças era recriminada em alguns meios de comunicação por “assediar as crianças”, algo que aqui era totalmente aceitável. As diferenças culturais contam muito e é lastimável que isso não tenha sido levado em conta, ao que parece. Aqui na Amazônia quem trabalha na água veste roupa de banho e por isso a falta de contextualização das fotos pode causar injustiça, mas se realmente havia assédio, a punição foi exemplar. Como julgar? Quem perde, no final das contas, é a ciência brasileira, tão sucateada e abandonada pelo poder público, que perdeu essa chance e ficou em evidência mais pelo escândalo do que pelo mérito da pesquisa. Coisas dessa nossa fase atual. Parabéns à Amazônia Real por não ter transformado o fato numa reportagem espetaculosa, e ter divulgado todos os dados que pôde constatar.

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