O ATL 2026 é o epicentro da mobilização indígena para denunciar violações e traçar estratégias de proteção territorial. Neste artigo, Breno Amajunepá relata como a juventude indígena atua como protagonista nesse cenário, suprindo a omissão do Estado e dando continuidade às lutas ancestrais. Através de iniciativas como o dossiê do Engajamundo, jovens sistematizam suas vivências e fortalecem sua atuação política nos territórios. O evento funciona como uma plataforma de incidência política para dar visibilidade a recortes e experiências juvenis diversas. Conclui-se que a defesa do território depende do protagonismo dessas juventudes como garantidoras de um futuro possível.