“Frente a essa necessidade e desesperado, estávamos buscando ajuda, apoio para salvar a nossa floresta, e fomos enviados novamente a Trinidad para firmar o contrato” - Pedro Guasico, liderança do povo Baure.
"Os contratos entregam o direito territorial à Kailasa, permitindo que negociem a venda de créditos de carbono. Isso ameaça diretamente a autonomia e o controle dos povos indígenas sobre suas terras” - Adolfo Chávez, representante da Confederação de Povos Indígenas da Bolívia (Cidob).
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