Amazonas

Enquanto Kinshasa, capital do Congo, na África Central, registrou uma média de pior qualidade do ar do mundo com índice de 172,6 µg/m³, na plataforma IQAir, Manaus atingiu um pico extremo de 324,1 µg/m³, segundo o Selva. Esse nível deixou o ar da capital amazonense 20% acima do limite de segurança recomendado pela OMS para 24 horas (15 µg/m³). A origem da fumaça na capital amazonense vem de queimadas florestais descontroladas e de pastos. O Inpe contabilizou 3.240 focos de calor entre 1º e 23 de setembro de 2026 no estado. As autoridades ambientais estão inertes. Enquanto crianças e idosos estão entre os grupos mais vulneráveis à poluição de gases tóxicos, como o carbono.

23/09/2026 18:56

O artigo examina as consequências devastadoras da crise sanitária em Manaus, durante a pandemia da Covid-19 (de 2020 a 2021), relembrando o episódio da escassez de oxigênio, que causou inúmeras mortes por asfixia. A autora critica a omissão governamental e a promoção de terapias sem validade científica, que transformaram Manaus em um laboratório para políticas públicas ineficazes. O relato é enriquecido por depoimentos de leitores e profissionais de saúde, que expressam indignação com o descaso das autoridades e a repressão policial nos hospitais.

09:30

A fumaça alterou a rotina dos moradores em diversas zonas da cidade, gerando relatos de dores de cabeça, enjoo, cansaço e ressecamento das narinas. Essa exposição contínua é agravada por temperaturas que ultrapassam os 37°C, transformando o clima úmido da região em um calor seco sufocante. Os moradores também sofrem com a falta de água potável nas torneiras.

17/09/2026 11:39