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“Essa vitória nunca foi só minha. Ela aconteceu porque muitas mulheres indígenas, parentes, amigos e apoiadores caminharam comigo. A atuação da advogada indígena Samara foi fundamental para mostrar que aquilo não era um problema individual, mas uma violência institucional”, diz a educadora, que foi afastada, em 25 de agosto de 2021, por praticar a temática indígena na sala de aula da Escola Estadual Professor Francisco Desmorest Passos, no distrito de Nazaré, em Porto Velho (RO). Ela retornou à escola em 2025.

09/09/2026 09:00

Comunidade Gavião, na capital amazonense, traduz como as autoridades públicas de saúde, municipais, estaduais e federais não reconhecem os direitos de indígenas da zona urbana e de áreas ribeirinhas por não serem aldeados. Na imagem acima, Terezinha Ferreira de Souza, […]

17/12/2021 09:09