crime ambiental

A Videolar-Innova, indústria do bilionário Lirio Parisotto, provocou uma emergência química de alto risco em Manaus devido ao vazamento do gás tóxico estireno em uma unidade situada na Zona Franca. O incidente gerou pânico generalizado e forçou o fechamento de 19 escolas e diversas indústrias vizinhas por risco de contaminação. As autoridades de saúde já contabilizaram 211 atendimentos médicos de moradores com sintomas como falta de ar, náuseas e desmaios. Como punição pela gravidade dos danos, a Prefeitura de Manaus aplicou duas multas por emissão de gás tóxico, poluição do solo e do corpo hídrico, totalizando R$ 9,9 milhões contra a petroquímica. O Ministério Público investiga agora as responsabilidades da empresa de Parisotto, cujo patrimônio pessoal é estimado em R$ 14,1 bilhões. Após a publicação desta reportagem, o Ipaam decidiu multar à indústria em R$ 12,5 milhões por poluição atmosférica.

17/07/2026 18:48

O Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Gleba Lago Grande, foi criado em Santarém, no oeste do Pará, para assentar famílias que se sustentam do extrativismo, pesca e agricultura, mas enfrentam uma disputa com grileiros, madeireiros e mineradoras, responsáveis pelos crimes ambientais na região.

03/12/2025 15:31

Se dependesse apenas da Companhia Vale do Rio Doce, que era então uma empresa estatal, a primeira ponte sobre o rio Tocantins, em Marabá, com extensão de 2.430 quilômetros, seria exclusivamente ferroviária. A Vale trabalhava com o máximo de pressa […]

20/08/2025 15:55

Repressão de polícias ao Acampamento Terra Livre (ATL) em Brasília revolta indígenas e entidades. Gás lacrimogêneo e balas de borracha atingiram crianças, idosos e a deputada Célia Xakriabá durante protesto pacífico por direitos e participação na COP 30 (Foto: @richard_wera_mirim/ […]

11/04/2025 18:24