Desde ontem (25), que foi o dia da eleição para Presidente da República, a Norte Energia vem mantendo a vazão de água do rio Xingu em 100 metros cúbicos por segundo, graças a autorização dada pelos órgãos do governo federal. […]
Desde ontem (25), que foi o dia da eleição para Presidente da República, a Norte Energia vem mantendo a vazão de água do rio Xingu em 100 metros cúbicos por segundo, graças a autorização dada pelos órgãos do governo federal. […]
As empresas privadas e o governo não consideraram os problemas ecológicos e sociais com suficiente profundidade, como o fenômeno climático El Niño, que tem causado as mais severas secas e diminuído o nível e o volume das águas, impedindo que essas hidrelétricas mantenham sua geração. Mas também impactando pessoas e a fauna, que dependem do rio para a sua sobrevivência. Leia o artigo completo.
O Brasil ostenta a condição de detentor da maior floresta tropical do mundo, localizada principalmente na Amazônia. No entanto, as informações disponíveis revelam uma realidade sem grandeza real comparativamente ao potencial desse valioso recurso natural. Leia o artigo de Lúcio Flávio Pinto.
A empresa mineradora Vale amplia sua operação na mineração no Pará, com a compra de uma parte da Ligga S.A, reduzindo assim a concorrência. Leia artigo de Lúcio Flávio Pinto.
O setor de mineração, no polo de alumínio, da bauxita à alumina, está se ‘desnacionalizando’ gradativamente, como relata Lúcio Flávio Pinto. Ele afirma que ‘tem sido uma mudança discreta e pouco debatida, sem uma visão de conjunto das atividades dessas multinacionais”. Leia o artigo.
Comparar realidades diferentes, o entrevistado da Folha de S. Paulo para esta matéria, mesmo que tenham semelhanças, pode ajudar a identificar cada ordem de problemas, mas mão – ou nem tanto – a apresentar soluções. É correto dizer que tanto no Brasil […]
A Norte Energia, concessionária do Ministério das Minas e Energia, que opera a hidrelétrica de Belo Monte, reagiu ao último artigo que escrevi sobre o tema com uma nota, na qual se defendia das criticas que lhe fiz sobre sua […]
Cada uma das 18 turbinas instaladas na hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, consome cerca de 775 metros cúbicos de água por segundo. Isso, quando operam em sua capacidade máxima, de pouco mais de 11 mil megawats. Em meados […]
Os Teatros Amazonas e da Paz foram oficialmente declarados Patrimônio Mundial da Unesco. O autor explica no artigo o imbróglio no processo de reconhecimento devido à forma como as candidaturas foram avaliadas tecnicamente pelo Iphan.
Lúcio Flávio Pinto resgata história de quando foi consultado por técnicos do BNDES para falar sobre o Fundo Amazônia, há quase 20 anos, e como sua ideia foi ignorada. ‘Sugeri que, ao invés de distribuir o dinheiro do programa, pulverizando os recursos disponíveis, podiam definir um único alvo: a formação de cientistas para encarar os desafios amazônicos.’
Com as obras da primeira fase em estágio avançado, a expectativa é que o início das exportações marque uma nova etapa no desenvolvimento logístico e econômico do Piauí.
Como práticas de ocupação da Amazônia se repetem em diferentes momentos da história. Lúcio Flávio Pinto resgata um fato ocorrido em 1976 e, 50 anos depois, ele descreve como “os ocupantes das áreas amazônicas de floresta dão mais um passo para desafiar o poder público”.
Artigo apresenta um debate e reflexões sobre as diferentes ferramentas e metodologias de monitoramento de desmatamento e outras ameaças ambientais na Amazônia. O autor republica entrevista que ele fez em 2004, com o pesquisador Alberto Setzer, do Inpe, que faleceu em 2023.
Lúcio Flávio Pinto resgata a história de Wolfgang Sauer (1930-1913), ex-presidente da Volks no Brasil na década de 70. Sua gestão foi marcada por ter se adaptado à conjuntura política e econômica da ditadura militar e da ocupação da Amazônia, com um grande projeto de criação de gado e beneficiamento de carne, que resultou em um empreendimento mal sucedido.
O texto retrata a vida de mulheres que saíram de suas áreas de origens, em diferentes estados do Brasil, para acompanhar seus maridos que foram para Carajás trabalhar em mineração na década de 80. São mulheres que se encontraram em uma região tão distante e que tentaram se adaptar à nova realidade. Conheça quem são.