Gumercinda e Alice querem viver  

| 07/01/2018 às 09:00

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Comentários

  1. Marilesia Cardoso de Aguiar disse:

    São quase duas da manhã. Recebi uma das matérias desta grande reportagem e resolvi ler. Não parei até chegar ao final. Todas e cada uma são um depoimento, um relatório e, principalmente, um documento apaixonado sobre estas tartaruguinhas que me empolgaram desde o primeiro parágrafo. Extasiada, quero cumprimentar Elaine Brum pela magnífica redação, pelo poder de nos enfeitiçar tanto que não paramos senão no final, envolvidos que somos por sua fantástica capacidade de contar. Obrigada. E parabéns pela edição. Marilesia Cardoso de Aguiar/ Porto Alegre/Rio Grande do Sul

  2. Bastante cansado. Desses tempos obscuros. Sombrios. Estranhos. Medíocres. Esbarrei-me no link dessa reportagem. Li a primeira parte. E vi o vídeo: uma pequena grande história. Então, parei. Dei um tempo. Minutos de uma eternidade. Havia passado a manhã (7/1/18) fotografando o leito do Velho Chico. Aqui nessa minha pequena Pirapora, MG. E, poucas horas depois, tive a notícia do estranho desaparecimento de um jovem. Depois, encontrado morto nas águas do Velho Chico. Apesar de quase seco. Voltei, então, para a reportagem. O predador que virou protetor. E, no meio do meu cansaço e do meu desencanto, surgiu um pouco de esperança. Preciso – precisamos – nos agarrar a ela. Como na jornada de Gumercinda. E no desafio de Alice. Náufragos, mas sobreviventes!

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