ELAÍZE FARIAS 

elaize foto p&bCofundadora da Agência Amazônia Real. É jornalista há 20 anos, atuou como repórter em jornais de Manaus como A Crítica, Diário do Amazonas e Amazonas em Tempo. Especializou-se na produção de reportagens sobre temas socioambientais na Amazônia com enfoque em povos indígenas e povos tradicionais, direitos territoriais, direitos humanos e biodiversidade. Possui três premiações: Prêmio Imprensa Embratel, dado à matéria “Cheia do Século”; Prêmio Onça-Pintada de Jornalismo e Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico, os dois últimos concedidos a uma reportagem especial sobre o sauim-de-coleira, primata endêmico de Manaus ameaçado de extinção. Foi assessora de imprensa da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab). É jornalista formada pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Tem especialização em Etnodesenvolvimento pelo Departamento de Antropologia, na mesma instituição. (elaizefarias@amazoniareal.com.br)

 

KÁTIA BRASIL
foto katia p&bCofundadora da Agência Amazônia Real. É formada em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação e Turismo Hélio Alonso, no Rio de Janeiro, em 1990. Iniciou a carreira nas rádios Tupi e Tropical (cobertura das escolas de samba). Em 1991 mudou-se para Amazônia. Em Roraima, trabalhou nos jornais O Estado, A Gazeta, TV Educativa e, como correspondente de O Globo (de 1991 a 1992). Em Manaus, trabalhou no jornal Amazonas Em Tempo e na TV Cultura. Foi correspondente de O Estado de S. Paulo (de 1994 a 1999). De 2000 a 2013, trabalhou na Folha de S. Paulo. Entre os prêmios que ganhou estão o Esso de Jornalismo com reportagem “Bandeira do Brasil Hasteada na Fronteira” pelo jornal A Gazeta de Roraima e o 1o. Prêmio de Jornalismo da Associação Médica do Estado do Amazonas, em 1995. Foi indicada ao Troféu Mulher Imprensa 2011. (katiabrasil@amazoniareal.com.br)

 

COLUNISTAS

ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

Alberto-Cesar

É editor de fotografia da Agência Amazônia Real. Jornalista formado pela Uninorte/Laureates em Manaus, atualmente é mestrando do PPGLA na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), com o projeto de pesquisa sobre o fotógrafo Alemão Albert Frisch. Atuando na profissão desde 1991, seu trabalho enfoca a vida nos rios e comunidades da Amazônia, em questões ambientais relativas ao desmatamento, queimadas, secas e enchentes. Trabalhou nos jornais  A Crítica, Diário do Amazonas e Em Tempo. Tem fotos publicadas na mídia nacional e internacional, incluindo O Globo, Folha de S. Paulo, Estado de S. Paulo, National Geographic Brasil, New York Times, Newsweek e The Independent. Na Amazônia, documentou projetos socioambientais de várias organizações como o WWF e Greenpeace Brasil. Entre os prêmios que ganhou estão o Dom Helder Câmara (2000), Esso de Fotografia (2001), Sebrae (2004), FAPEAM (2011), HSBC (2012), Leica Fotografe (2012) e Carolina Hidalgo Vivar no POY LATAM (2013). Em 1999, o poeta Thiago de Mello em entrevista ao jornal A Crítica descreveu Alberto César como o “artista da luz”.

 

BARBARA ARISI

BARBABA ARISI COLUNISTA

É jornalista formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) e antropóloga com mestrado e doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina. Como repórter trabalhou no jornal Zero Hora. Fez estágio doutoral como antropóloga pela Universidade de Oxford, no Reino Unido. Nasceu em Porto Alegre (RS) e morou em Foz do Iguaçu (PR), Florianópolis (SC), São Paulo (SP) e Manaus (AM), Amsterdam, Maastricht e Hoorn (Holanda) e em Londres, no Reino Unido. É professora concursada pela Universidade Federal da Integração-Latino Americana, em Foz do Iguaçu (PR). É também pesquisadora visitante na Vrije Universiteit Amsterdam, onde   estuda   manejo de resíduos sólidos (plásticos e orgânicos).  Atualmente mora com a filha em Hoorn. No Brasil, trabalhou na campanha do Greenpeace Amazônia pela criação da Reserva Extrativista de Porto de Moz e da Verde para Sempre, no Pará, em 2003. Há 14 anos faz pesquisas na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas, sendo que em 2006 e 2009 recebeu financiamento da Capes e do CNPq. Em 2011, produziu um diagnóstico sobre saúde no Vale do Javari para o Instituto Socioambiental (ISA) e o Centro de Trabalho Indigenista (CTI). Com a equipe de Céline Cousteau trabalha para o documentário Tribes on the Edge desde 2012. O filme deve ficar pronto em 2017.

 

CARLOS DURIGAN

Carlos DuriganConselheiro da Agência Amazônia Real, é geógrafo, mestre em Ecologia, vive e atua na Amazônia há 20 anos. É engajado em diversas ações voltadas à conservação da biodiversidade, à criação e implementação de Áreas Protegidas. Participa de pesquisas multidisciplinares envolvendo estudos e trabalhos de campo em biodiversidade e sociodiversidade para subsidiar ações em Unidades de Conservação e Terras Indígenas. Atua em diversos fóruns e redes na Amazônia. Atualmente é Diretor da WCS Brasil (Associação Conservação da Vida Silvestre).

 

CARLOS POTIARA CASTRO

carlos potiara PB

É jornalista e cientista político, doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e professor do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília (UnB).

 

EDUARDO GÓES NEVES

Eduardo Goes Neves Arqueólogo, graduado em História pela USP e doutor em arqueologia pela Universidade de Indiana, coordena o Laboratório de Arqueologia dos Trópicos e é professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Coordenou, de 1995 a 2010, o Projeto Amazônia Central em Iranduba, no Amazonas. Trabalhou também no Pará e Amapá. Atualmente realiza pesquisas no médio rio Solimões, no Amazonas, no alto rio Madeira e no médio Guaporé, em Rondônia.

 

FÁTIMA GUEDES

FATIMAÉ natural de Parintins, cidade no leste do Amazonas. Escritora e educadora popular, é graduada em Letras pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e tem Especialização em Estudos Latino-Americanos pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em parceria com a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) em Guararema (SP). É também fundadora da Associação de Mulheres de Parintins e da Articulação Parintins Cidadã.(email:fa.femea83@gmail.com)

 

JOÃO PAULO BARRETO

Joao Paulo Barreto É indígena da etnia Tukano, nascido na aldeia São Domingos, em São Gabriel da Cachoeira (AM). É graduado em Filosofia e tem mestrado em Antropologia (PPGAS) pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Atualmente, é doutorando pelo PPGAS/UFAM e integra o Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena (NEAI). Tem atuação no movimento indígena do Amazonas desde os anos 90.

 

LÚCIO FLÁVIO PINTO

Lúcio Flávio Pinto É jornalista desde 1966. Sociólogo formado pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo em 1973. Editor do Jornal Pessoal, publicação alternativa que circula em Belém, Pará, desde 1987. Autor de mais de 20 livros sobre a Amazônia, entre eles, Guerra Amazônica, Jornalismo na linha de tiro e Contra o Poder. Por seu trabalho em defesa da verdade e contra as injustiças sociais, recebeu em Roma, em 1997, o prêmio Colombe d’oro per La Pace. Em 2005 recebeu o prêmio anual do CPJ (Comittee for Jornalists Protection), de Nova York, pela defesa da Amazônia e dos direitos humanos. Lúcio Flávio é o único jornalista brasileiro eleito entre os 100 heróis da liberdade de imprensa, pela organização internacional Repórteres Sem Fronteiras em 2014 (www.portaldosjornalistas.com.br)

 

MARCO OLIVEIRA

marco oliveira fotoÉ geólogo pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e mestre em Geociências pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Nascido em Andradina (SP), mora e trabalha na Amazônia desde 1997. Desenvolveu projetos nas áreas de prospecção mineral, risco geológico e hidrologia. No Amazonas, é superintendente regional do Serviço Geológico do Brasil (sigla para CPRM), órgão responsável pela divulgação dos alertas das cheias e secas na Amazônia Ocidental.(marco.oliveira@cprm.gov.br)

 

PATRÍCIA SAMPAIO

patricia coluConselheira da Agência Amazônia Real, é historiadora. Fez doutorado pela Universidade Federal Fluminense do Rio de Janeiro (UFF). É professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e pesquisadora do CNPq. Suas áreas de pesquisa são história indígena, indigenismo no Brasil e escravidão africana na Amazônia.

  

PHILIP M. FEARNSIDE

Philip Fearnside Natural de Berkeley, Califórnia (EUA), Philip M. Fearnside mora na Amazônia há 37 anos. É pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, desde 1978. Pesquisador 1-A de CNPq e membro da Academia Brasileira de Ciências, ele coordena o INCT (Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia) dos Serviços Ambientais da Amazônia. Em 2006 foi identificado como o segundo mais citado cientista no mundo na área de aquecimento global. Em 2007, foi um dos cientistas ganhadores do Prêmio Nobel da Paz pelo Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC). O painel alertou sobre os riscos do aquecimento global. Suas mais de 450 publicações estão disponíveis no endereço http://philip.inpa.gov.br (email:pmfearn@inpa.gov.br)

 

RENAN ALBUQUERQUE

renanalbuquerqueÉ professor e pesquisador do colegiado de jornalismo da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), instituição onde concluiu doutorado em Sociedade e Cultura na Amazônia. Desenvolve estudos relacionados a conflitos e impactos socioambientais entre índios waimiri-atroari, sateré-mawé, hixkaryana, junto a atingidos pela barragem de Balbina e com assentados da reforma agrária. Coordena o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ambientes Amazônicos (Nepam), sediado no município de Parintins/AM, atuando em parceria com professores do Núcleo de Antropologia Urbana e do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (NAU/IP/USP).

 

Os colunistas têm liberdade para escolher os temas de seus artigos, que não são necessariamente da mesma opinião da Amazônia Real. 

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