Há cinco meses, haitiana vive sem energia elétrica em Manaus

Gloriane Antoine, mãe de três filhos, afirma que a empresa Amazonas Energia a tratou como ‘ladra’ e a impede de retomar a vida (Foto: Arquivo pessoal) Manaus (AM) – “Eles não querem me deixar viver, estou sufocando aqui.” A recorrente […]

Amazonia Real Publicado em: 24/01/2022 às 11:38
Por da Amazônia Real
Metodologia

A origem da reportagem é uma denúncia sobre violações de direitos no acesso à energia elétrica da imigrante haitiana Gloriane Aimable Antoine. Há 5 meses ela está sem energia elétrica. A empresa Amazonas Energia a tratou como ‘ladra’; desligando o acesso à rede elétrica, o que gerou prejuízos para associação de mulheres haitianas residentes em Manaus, liderada pela imigrante. 


 

 

Citações
“Eles não querem me deixar viver, estou sufocando aqui”, afirma Gloriane Aimable Antoine, imigrante haitiana, que mora em Manaus, capital do Amazonas, e enfrenta cinco meses sem energia elétrica em sua casa. O caso é uma violação de direitos.

Lins:

https://website.amazonasenergia.com/

https://amazoniareal.com.br/fora-de-politicas-publicas-haitianos-enfrentam-nas-ruas-a-ameaca-do-coronavirus/

 

 “(Estou) desesperada, sem oportunidade de emprestar (dinheiro), sem oportunidade de comprar, sem energia total na minha casa para meus filhos estudarem, dormindo no carapanã e no calor”, diz a imigrante haitiana Gloriane Aimable Antoine.


 

https://amazoniareal.com.br/fora-de-politicas-publicas-haitianos-enfrentam-nas-ruas-a-ameaca-do-coronavirus/


 

https://www.conjur.com.br/2021-jun-04/lei-proibe-corte-energia-durante-pandemia-constitucional


 
Local de Cobertura
Edda
Edda Ribeiro

Amazonense, é formada em Jornalismo pela PUC-Rio. Tem interesse em Saúde, Gênero, Segurança Pública, Política e Direitos Humanos. Tem passagem como repórter pelo jornal O Dia e assessoria de imprensa em agências cariocas. Já colaborou com reportagens para Revista Viração, Agência de Notícias de Favelas, Alma Preta, Agência Patrícia Galvão, Ponte Jornalismo, Projeto Colabora e Le Monde Diplomatique. ([email protected])

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3 Comentários

  1. Juarez Silva disse:

    Temos que “viralizar” essa matéria e sensibilizar as instâncias de poder com condições de reverter toda essa injustiça… Não apenas com Glóriane, mas que de certo também está afligindo outras pessoas de forma invisibilizada. A lei foi descaradamente descumprida. E ainda há quem defenda privatizações em serviços de enorme interesse social e público, que não deveriam agir sob uma lógica e prática capitalista selvagem …

  2. Fauvette Vincent disse:

    Achei absurdo e sacanagem o que a Amazona Energia venha fazendo com a Gloriane ,nem sei como se chama isso;será que é isso mesmo racismo, preconceito ou perseguição? Achei que não. Será que ainda fica traços desses maus nas pessoas, com tudo o que a pandemia fiz e continua fazendo? Acredito que não. Então Amazona Energia deixa essa mulher migrante respirar, não sufoca ela por favor, bloqueando CPF dela e surjando é uma mulher migrante que está tentando sobreviver, refazer a vida ,levantar o voo novamente que não é fácil pra nenhuma mulher migrante .A gente até pode chegar preparada ou formada ao nível profissional mais tem que recomeçar de novo porque para um migrante a vida é um recomeço em tudo sentido .Então Amazona Energia por favor rever a situação da Gloriane e der uma resposta, uma posição ou explicação e se manifesta. E a vx Gloriane parabéns, força por ser essa mulher migrante guerreira, lutadora e vencedora ao chegar até onde vc está. Não desista continue na luta ,Deus está com vc.

  3. Elvira Eliza França disse:

    Lastimável a situação em que se encontra Gloriane. Parabéns pela reportagem e pela sensibilização que está possibilitando aos leitores sobre essa questão na vida dela e de outras pessoas que estão sofrendo com problemas semelhantes.

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