Aiala Couto

Autor

Geógrafo, pesquisador e professor da Universidade do Estado do Pará, é bacharel e licenciado em Geografia pela Universidade Federal do Pará, com mestrado em Planejamento do Desenvolvimento pelo NAEA/UFPA, doutorado em Ciências do Desenvolvimento Socioambiental e pós-doutorado em Geografia pela Universidade Federal de Pernambuco. Coordenador e pesquisador do NEAB-UEPA, também integra o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e a Rede de Observatórios em Segurança, além de ser diretor do Instituto Mãe Crioula. Atuou como consultor do United Nations Office on Drugs and Crime em pesquisa sobre crimes conexos em áreas de garimpo no Vale do Tapajós. Suas pesquisas se concentram em temas como crime organizado e crimes ambientais na Amazônia, necropolítica e racismo, segurança regional e fronteiras amazônicas, além de territorialidades quilombolas e redes de resistência na Amazônia Legal.

13/05/2026 às 14:09

A desintrusão da Terra Indígena Munduruku representou um momento crucial de reconfiguração territorial, mas a retirada física de garimpeiros não encerrou o conflito. A ação inaugurou novas dinâmicas e pressões, tais como desestruturação de cadeias econômicas informais associadas ao garimpo e aumento de atuação de facções criminosas no território urbano.