Autores analisam áreas consideradas prioritárias para a conservação do sauim-de-coleira (compostas por áreas e corredores selecionados, Áreas Protegidas (Proteção Integral e Uso Sustentável) e Área do Exército.
Autores analisam áreas consideradas prioritárias para a conservação do sauim-de-coleira (compostas por áreas e corredores selecionados, Áreas Protegidas (Proteção Integral e Uso Sustentável) e Área do Exército.
O desmatamento é uma das principais causas das ameaças ao sauim-de-coleira, primata endêmico de Manaus e cidades próximas, e uma das espécies com mais risco de extinção. Esse processo ocorre em situações diversas, como urbanização e ausência e ações públicas para sua proteção. Na prática, ocorre o oposto. Um dos empreendimentos foi a criação de parques agroindustriais para estimular o desenvolvimento econômico. Um deles foi criado no entorno da cidade de Rio Preto da Eva, que está dentro da área de distribuição geográfica do sauim-de-coleira.
Autores propõem áreas prioritárias para a conservação do sauim-de-coleira, espécie endêmica de Manaus ameaçada de extinção. Pesquisadores consideram relevantes a manutenção de vegetação variada, como florestas densas e florestas secundárias. Eles afirmam que “os tipos de vegetação são geralmente considerados como alvos de conservação porque fornecem um habitat para diversas espécies de plantas e animais”.
Em nova série iniciada nesta semana, pesquisadores abordam sobre o contexto de ameaças ao primata sauim-de-coleira, espécie concentrada na região de Manaus e adjacências, ameaças de extinção e estratégias de conservação
O desmantelamento do sistema de licenciamento ambiental no Brasil coloca em risco os ecossistemas e a floresta, aumentando a vulnerabilidade ambiental e social do país, alertam pesquisadores. Atividades como expansão da fronteira mineral, desmatamento e grilagem, por exemplo, podem causar pandemias e agravamento da saúde global.
Autores de artigo analisam a decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de manter a suspensão da moratória da soja, que passou a valer em janeiro deste ano. Ambientalistas afirmam que a autarquia federal cedeu à pressão do agronegócio. Para especialistas, encerrar a moratória é irresponsável e que o ideal seria fortalecer os esforços de conservação e ajudar o acordo sobre a soja.
Autores analisam ameaças à saúde das populações amazônicas com possíveis surgimento de zoonóticos de patógenos causados por degradação ambiental oriunda de intervenção humana, através de atividades como exploração de potássio e de interferência em reservatórios microbiológicos e de genes estocado no interflúvio dos rios Purus e Madeira, geradas por obras como a BR-320. Zoonoses são doenças transmitidas entre animais e humanos, tais como leishmaniose, zika e febre amarela. Patógenos são vírus, bactérias, parasitas, etc.
Em texto de encerramento da série, os autores alertam que embora o REDD+ ofereça potencial teórico para promover a conservação e o desenvolvimento sustentável nos trópicos, é crucial avaliar criticamente seus impactos no terreno. Segundo eles, não existem intervenções de conservação que sejam “soluções milagrosas”, e que os impactos dependem do desenho e do contexto da intervenção .
Autores do artigo afirmam que apesar de décadas de promoção do potencial de mitigação das mudanças climáticas da exploração de impacto reduzido e de outras melhorias na silvicultura tropical, projetos focados na redução da degradação florestal não obtiveram muita aceitação no mercado voluntário de carbono.
Autores de artigo falam de possíveis conflitos e falta de transparência em projetos de crédito de carbono. Segundo eles, até o momento, houve pouca ação significativa do VCM para abordar os conflitos de interesse bem documentados associados aos projetos REDD+.
Artigo avalia se, de fato, o mercado voluntário de carbono leva benefícios e bem estar às populações locais, na biodiversidade e na floresta e como. Os autores destacam à dificuldade de se obter dados concretos e dizem que muitos projetos são implementados em regiões onde a governança florestal é historicamente complexa e a posse da terra permanece obscura ou contestada.
Em novo texto da série, os autores abordam sobre conceitos que fazem parte dos debates e dinâmica do REDD+ e como eles interferem nos processos do mercado de crédito de carbono.
Artigo aborda como as modelagens da eficácia dos projetos de crédito de carbono podem ser imprecisos e pouco confiáveis. Para os autores, é preciso um exame cuidadoso dos projetos propostos.
Artigo é o primeiro da série sobre projetos de mercado voluntário de crédito de carbono como proposta para solução ambiental da floresta.
Por Flora Magdaline Benítez Romero e Philip Martin Fearnside Publicamos uma carta na revista Science [1], disponível aqui, explicando as implicações para as negociações climáticas da recente mudança de presidência na Bolívia. Aqui trazemos este texto em português, atualizado com […]