Questão Agrária

Hidrelétricas no rio Trombetas preocupam quilombolas e indígenas do Pará

Amazonia Real Por Elaíze Farias Publicado em: 21/04/2014 às 10:30
Hidrelétricas no rio Trombetas preocupam quilombolas e indígenas do Pará
Elaíze
Elaíze Farias

Cofundadora da Agência Amazônia Real e editora de conteúdo. Especializou-se na produção de reportagens socioambientais na Amazônia com enfoque em povos indígenas e povos tradicionais, direitos territoriais, direitos humanos, impactos de grandes obras na natureza e nas populações amazônicas, entre outros assuntos. Possui Prêmio Imprensa Embratel, Prêmio Onça-Pintada de Jornalismo e Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico. É jornalista formada pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

4 Comentários

  1. Claudionei disse:

    Morei em cachoeira Porteira e convivi com os povos daquele lugar, era muito novo, mas tenho muitas boas lembranças da vila e dos quilombolas e índios. Aquilo deve ser preservado como um tesouro, acabar com aquelas cachoeiras e rios que tanto nadei em suas águas é como matar as nossas memórias.

  2. Trabalhei em Cachoeira Porteira no período de 1972 a 1976, pela Construtora Andrade Gutierrez e depois fomos para Porto de Trombetas em 1976 a 1979.Assim morei com a minha familia em garretas para depois foi construido a Vila de Cachoeira

  3. André Mussi Jacob Guslen disse:

    É uma lastima a contrução de barragem no rio Trombetas é ainda uma das poucas regiões intocadas pelo homem, com uma biodiversidade enorme e repleta de história.
    Com certeza essa barragem não é necessária, sendo que já está sendo construída a de Belo Monte, que inclusive vai ser uma das maiores do mundo.
    Para que tanta barragem?

  4. Jorge Rocha dos Reis disse:

    Simplesmente o projeto da hidroelétrica localizada na área de Cachoeira Porteira não foi levado adiante devido a quebra do pais no final do governo Figueiredo, agravada pelo péssimo governo Sarney.

    Quem conhece o estudo metódico idealizado no governo militar denominado Projeto Radam, estudo este que visava a integração da Amazônia, tomou conhecimento do cinturão de PCH ( denominadas hidrelétricas de baixa queda), partindo de Balbina No rio Uatuma tendo mais duas pequenas usinas (katuema e Nhamunda) até chegar em Cachoeira Porteira.
    Após três décadas e rigor da legislação ambiental , tais projetos tornaram-se inviáveis

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