A presente reportagem origina-se a partir da deflagração da Operação Expurgare, realizada pela Polícia Federal, como um desdobramento da Operação Greenwashing, que investiga fraudes em mercado de crédito de carbono em áreas do sul do Amazonas, e a grilagem de ao menos 538 mil hectares de terras públicas pertencentes à União. O desdobramento desta operação levou à Polícia Federal a um grupo de suspeitos já indiciados durante a Operação Arquimedes, que investigava crimes semelhantes, ainda no ano de 2019.
Meio Ambiente
Servidores do Ipaam ajudaram organização criminosa com fraudes de licenças, diz PF
Nesta segunda-feira, a Polícia Federal cumpriu 11 mandados de busca e apreensão e duas prisões preventivas, determinados pela Justiça Federal no Amazonas. A Operação Expurgare é um desdobramento da Operação Greenwashing. Como consequência da investigação, o governador Wilson Lima exonerou […]
Metodologia
Citações
“Desde 2021, nossos relatórios têm apontado para o envolvimento do IPAAM na facilitação de atividades ilegais, como a exploração de madeira, o desmatamento e as queimadas. Atualmente, o eixo Porto Velho/Manaus, na região da rodovia BR-319, registra o maior crescimento dessas atividades criminosas”.
Lucas Ferrante, pesquisador da USP e da UFAM
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https://www.simmmem.org.br/primeira-mulher-toma-posse-como-superintendente-de-agricultura-e-pecuaria-no-amazonas/
Local de Cobertura
Manaus (AM)
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Obrigado pela atualização e imparcialidade, excelente trabalho e refinado eticamente!
Importante esclarecer e corrigir a informação sobre os supostos dois servidores presos. Eles não mais trabalham no IPAAM, após a Operação Arquimedes, não fazem parte do quadro operacional do IPAAM. Eles estão afastados dos cargos internos, até a Justiça os sentenciar! Esse tipo de notícia deve tomar cuidado para não generalizar e macular a imagem tanto do IPAAM quanto de todos os outros servidores. Obrigado!
Prezado Luiz Henrique, obrigada pelo contato e pela leitura. A reportagem não aponta genericamente os servidores do Ipaam. Ela traz informações sobre servidores investigados, indiciados, presos e exonerados (cada um em diferentes situações), conforme informações divulgadas pela PF. Dois dos servidores estão afastados desde 2019. A matéria foi atualizada com essa informação. Mas outros dois continuavam trabalhando, e foram exonerados.