Eu não entendo como uma pessoa que enxerga o País a volta, vive suas desigualdades e sabe a causa de suas misérias pode não ser de esquerda.
(Luís Fernado Veríssimo – O Condomínio. 1982)
11/08/2026 13:54
Eu não entendo como uma pessoa que enxerga o País a volta, vive suas desigualdades e sabe a causa de suas misérias pode não ser de esquerda.
(Luís Fernado Veríssimo – O Condomínio. 1982)
11/08/2026 13:54
Os cientistas alertam para uma probabilidade de 81% de um fenômeno climático de intensidade severa atingir a Amazônia no último trimestre de 2026 e no início de 2027. Eles preveem que o aquecimento do Oceano Pacífico causará calor extremo, redução das chuvas e um aumento crítico dos incêndios florestais, ameaçando a saúde e a subsistência de populações vulneráveis. Embora estados como Amazonas, Acre e Roraima já tenham iniciado planejamentos e decretado emergências, críticos apontam a falta de detalhes práticos e recursos para proteger comunidades indígenas e ribeirinhas.
23/07/2026 08:00
A Videolar-Innova, indústria do bilionário Lirio Parisotto, provocou uma emergência química de alto risco em Manaus devido ao vazamento do gás tóxico estireno em uma unidade situada na Zona Franca. O incidente gerou pânico generalizado e forçou o fechamento de 19 escolas e diversas indústrias vizinhas por risco de contaminação. As autoridades de saúde já contabilizaram 211 atendimentos médicos de moradores com sintomas como falta de ar, náuseas e desmaios. Como punição pela gravidade dos danos, a Prefeitura de Manaus aplicou duas multas por emissão de gás tóxico, poluição do solo e do corpo hídrico, totalizando R$ 9,9 milhões contra a petroquímica. O Ministério Público investiga agora as responsabilidades da empresa de Parisotto, cujo patrimônio pessoal é estimado em R$ 14,1 bilhões. Após a publicação desta reportagem, o Ipaam decidiu multar à indústria em R$ 12,5 milhões por poluição atmosférica.
17/07/2026 18:48
As violações contra indígenas no sistema criminal amazonense são profundas e ocorrem desde o processo judicial até o cumprimento da pena, incluindo: negação da identidade étnica; barreiras linguísticas; falta de assistência; condições degradantes em delegacias; violência física e sexual extrema; e apagamento cultural e espiritual. A Apib protocolou um habeas corpus coletivo no STF buscando garantir o regime de semiliberdade ou prisão domiciliar para indígenas condenados.
16/07/2026 08:00