Na capital amazonense, a plataforma de monitoramento ambiental Selva, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), registrou índice de material particulado fino (PM2,5) de 350.9 µg/m³ ( microgramas por metro cúbico), em Manaus – mais de 23 vezes do limite da OMS para 24 horas permitido para a saúde humana. A cidade sofre com a fumaça de incêndios urbanos, queimadas do agronegócio e desmatamentos de florestas. No dia 24 de setembro, o Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo, do o governo federal, informou que o Amazonas recebeu R$ 45 milhões, em maio, para equipar o corpo de bombeiros. Nesta sexta, o Ibama e o Corpo de Bombeiros rebaterem informações sobre a ajuda de brigadistas. No Pará, os incêndios na Reserva Riozinho do Anfrísio, em Altamira, destruíram casas, uma escola e lavouras de ribeirinhos. A crise nos dois estados expõe o avanço do fogo na Amazônia e a falta de socorro governamental às famílias afetadas.
09/10/2026 19:56