Esta reportagem foi realizada a partir de entrevistas com familiares e amigos, além de pedido de esclarecimentos às autoridades sobre a morte da cabeleireira Elunise Clervil dentro do voo da companhia aérea GOL no dia 2 de abrik. Grávida de sete meses, ela foi tratada como "mula" do tráfico de drogas, mas tinha na bagagem as fraldas e exames do bebê. O IML atestou a gestação apenas na necropsia.
“Ela morreu sofrendo muito, mas não conseguiu socorro porque era negra, pobre e refugiada”, diz o marido Vamyr Westerley.
Política
Tratada como “mula” do tráfico de drogas, haitiana grávida morre em avião da GOL
“Ela morreu sofrendo muito, mas não conseguiu socorro porque era negra, pobre e refugiada”, diz o marido Valmyr Westerley (Foto: arquivo família) Edda Ribeiro e Kátia Brasil, da Amazônia Real Passageira passa mal e morre dentro do avião em voo […]
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"Eu estava todo feliz esperando a chegada da minha mulher. Com tudo aquilo que eu deveria comprar, estava faltando só trabalhar para sustentar minha mulher quando nascer o neném, mas não conseguimos chegar até lá", disse Valmyr Westerley.
A reportagem tem links sobre normas para mulheres grávidas em aviões por cada empresa aérea, inclusive a GOL.
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Local de Cobertura
Manaus (AM)
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