O jornalista Lúcio Flávio Pinto aborda neste artigo que a empresa Vale completou 80 anos de atividades praticamente sem comemoração, diferente de outras décadas que conquistou nos setor da mineração brasileira e mundial. “Certamente por causa das duas maiores tragédias ecológicas, com perdas humanas, que causou na década passada, manchando a sua marca e pesando sobre o seu valor de mercado”, cita ele em referência ao rompimento, por exemplo, das barragens de rejeitos de minério em Bento Rodrigues e Mariana, no estado de Minas Gerais, em 2015, que contaminou o rio Doce e provocou 19 mortes.
A Amazônia segundo Lúcio Flávio Pinto
O Pará com seu rabo de cavalo
Como parte das comemorações dos seus 70 anos, a Vale lançou, em novembro de 2012, o livro Vale – Nossa História, “que eterniza a nossa trajetória em 420 páginas recheadas de casos interessantes e dados históricos”, relembra a empresa no seu […]
Metodologia
Citações
“Ela (a Vale) foi atingida por novo efeito devastador: o desabamento na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, também em Minas, em 25 de janeiro de 2019, causou 270 mortes (mas ainda não foram resgatados cinco corpos). A Vale é dona integral dessa mina. Uma tragédia ainda maior, com seus efeitos humanos mortais”, diz Lúcio Flávio Pinto.
Local de Cobertura
Belém (PA)
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