Imprensa
Poranga Marandúa é o primeiro manual indígena do jornalismo brasileiro
Elaborado coletivamente por mais de 40 povos originários, o documento reúne orientações para combater estereótipos e práticas excludentes na cobertura das etnias e propõe uma relação mais próxima entre redações, jornalistas e comunidades indígenas. A Abrinjor, responsável pela publicação, também articula a distribuição do manual pelo país e a criação de uma formação acadêmica em jornalismo indígena.
Metodologia
Origem e metodologia: A reportagem abordou como foi construído o manual, com entrevistas com os representantes da Abrinjor. A matéria explicou quem participou e quais consultores foram envolvidos, por que houve a necessidade de criar um manual específico para orientar a cobertura dos povos indígenas, quantos jornalistas indígenas estão hoje na mídia nacional e independente e quais são os principais desafios, avanços e impactos da presença indígena no jornalismo.
Apuração: Apuração realizada de forma remota, com entrevistas com Luciene Kaxinawá, coordenadora-geral da Abrinjor; e Ykarunī Nawa, conselheiro e co-coordenador da Abrinjor.
Apuração: Apuração realizada de forma remota, com entrevistas com Luciene Kaxinawá, coordenadora-geral da Abrinjor; e Ykarunī Nawa, conselheiro e co-coordenador da Abrinjor.
Citações
Citações e referências
Para Luciene Kaxinawá, coordenadora da Abrinjor, “[a imprensa e sociedade] Nos colocam sempre em uma caixinha, onde nós temos uma cultura única descrita nas reportagens e matérias pela mídia, que alimenta um estereótipo que não existe.”
Segundo ela, as notícias não contemplam a diversidade e a pluralidade dos povos indígenas. “As pessoas acham que só existe indígena na Amazônia, a ideia é desmistificar isso e mostrar que há indígenas em todo território brasileiro, e que nós temos culturas diferentes uma das outras.”
“A gente não fala de uma editoria indígena, de uma produção somente sobre povos indígenas. A gente fala de uma presença de impacto na produção noticiosa a partir da perspectiva indígena. A questão étnica é o nosso olhar, não diz respeito à restrição da nossa produção”, defendeu Ykarunī Nawa, da Abrinjor.
LINKS
https://drive.google.com/file/d/12DfrDzVTjFOmbiSLR85PFQW2-kIb_2az/view?pli=1
https://www.globalsouthworld.com.br/article/conheca-o-primeiro-manual-de-jornalismo-indigena-do-brasil
https://radio.unama.br/jornalistas-indigenas-lancam-manual-inedito-de-comunicacao/
https://www.ibge.gov.br/brasil-indigena/
Para Luciene Kaxinawá, coordenadora da Abrinjor, “[a imprensa e sociedade] Nos colocam sempre em uma caixinha, onde nós temos uma cultura única descrita nas reportagens e matérias pela mídia, que alimenta um estereótipo que não existe.”
Segundo ela, as notícias não contemplam a diversidade e a pluralidade dos povos indígenas. “As pessoas acham que só existe indígena na Amazônia, a ideia é desmistificar isso e mostrar que há indígenas em todo território brasileiro, e que nós temos culturas diferentes uma das outras.”
“A gente não fala de uma editoria indígena, de uma produção somente sobre povos indígenas. A gente fala de uma presença de impacto na produção noticiosa a partir da perspectiva indígena. A questão étnica é o nosso olhar, não diz respeito à restrição da nossa produção”, defendeu Ykarunī Nawa, da Abrinjor.
LINKS
https://drive.google.com/file/d/12DfrDzVTjFOmbiSLR85PFQW2-kIb_2az/view?pli=1
https://www.globalsouthworld.com.br/article/conheca-o-primeiro-manual-de-jornalismo-indigena-do-brasil
https://radio.unama.br/jornalistas-indigenas-lancam-manual-inedito-de-comunicacao/
https://www.ibge.gov.br/brasil-indigena/
Local de Cobertura
Manaus (AM)
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