A tréplica postada na Amazônia Real por Hermani Vieira da Empresa de Pesquisa energética (EPE) é, mais uma vez, reveladora dos problemas fundamentais com o EAAS Solimões (Estudo Ambiental da Área Sedimentar do Solimões) e com o papel da EPE […]
A tréplica postada na Amazônia Real por Hermani Vieira da Empresa de Pesquisa energética (EPE) é, mais uma vez, reveladora dos problemas fundamentais com o EAAS Solimões (Estudo Ambiental da Área Sedimentar do Solimões) e com o papel da EPE […]
É importante responder aos pontos levantados pelo Hermani Vieira, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), no seu comentário sobre meu texto de 12 de março de 2020 “Os riscos do projeto de gás e petróleo na ‘Área Sedimentar do Solimões’” […]
• A parte leste da floresta amazônica brasileira é fortemente desmatada e degradada, mas a parte oeste da região, com aproximadamente 740,000 km2, está quase totalmente intacta devido à falta de acesso rodoviário. • O imenso bloco de floresta a […]
A situação ambiental do Brasil é grave, e o dilúvio de ameaças imediatas tende a levar a ser visto como uma prioridade menor o trabalho de longo prazo sobre os aspectos fundamentais da sustentabilidade. É preciso que haja um equilíbrio […]
O manejo florestal para madeira enfrenta alguns dos mesmos desafios que o extrativismo. A produção de madeira pode ser gerida de forma sustentável cortando apenas um volume limitado de árvores comerciais de grande porte e, em seguida, aguardando durante um […]
A manutenção da floresta amazônica requer a manutenção dos povos tradicionais que a habitam. O valor dos serviços ambientais da floresta oferece uma oportunidade para apoiar essas pessoas por meio de recursos obtidos de fontes externas ao atual orçamento nacional, […]
O papel da floresta amazônica no armazenamento de carbono e, portanto, na prevenção do aquecimento global, é o mais próximo de fornecer benefícios climáticos em larga escala que se estende ao mundo como um todo. O estoque de carbono é […]
A Floresta Amazônica recicla uma quantidade de água aproximadamente 50% maior do que a vazão do rio Amazonas na sua foz, e uma quantidade aproximadamente igual à vazão no “Encontro das Águas” perto de Manaus é transportada para fora da […]
Para as áreas da Amazônia que ainda estão em floresta tropical, aplica-se um conjunto diferente de alternativas. Essas áreas não devem ser desmatadas, inclusive para usos relativamente sustentáveis, como sistemas agroflorestais. Isso não significa que não haja alternativas para sustentar […]
A intensificação da produção de pastagens e culturas tem sido frequentemente apresentada como um antídoto para o desmatamento da Amazônia, incluindo recomendações em programas oficiais (e.g., [1]). A produção intensificada de culturas anuais, como o arroz, supostamente resultaria em “para […]
Existem algumas alternativas que tornariam a agricultura amazônica mais sustentável em áreas que já foram desmatadas, mas existem limites rígidos que limitam sua extensão. Sistemas agroflorestais são claramente mais sustentáveis do que usos como pastagens, mas a maior parte da […]
O problema de mudar para caminhos insustentáveis é uma preocupação primordial para a sustentabilidade agrícola na região [1-3]. As áreas de agricultura familiar evoluíram repetidamente em extensas pastagens, seja através de mudanças no comportamento dos agricultores residentes ou através da […]
Mesmo que sistemas agrícolas sustentáveis sejam implantados, uma gama de processos sociais pode levar à perda de sustentabilidade. Um deles é o aumento da população através da reprodução, e especialmente através da migração (e.g., [1, 2]), a tal ponto que […]
A agricultura “sustentável” implica que a produção durará para sempre, ou pelo menos por um tempo muito longo [1]. Fisicamente, a sustentabilidade requer um equilíbrio entre a entrada e a remoção de nutrientes, de modo que um nível minimamente aceitável […]
A sustentabilidade da agricultura, ou a falta dela, é uma das grandes questões na Amazônia. Fui convidado pelo Dr. Alfredo King Homma, da EMBRAPA, para elaborar um texto com “meus pensamentos” sobre este assunto [1]. Compartilho estes pensamentos nesta série. […]