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Povos Indígenas

Indígenas Tembé e quilombolas ocupam sede da BBF no Pará

Amazonia Real Por Cícero Pedrosa Neto Publicado em: 21/04/2022 às 21:13
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“Para nós não é apenas uma questão de território, é uma questão de sobrevivência. As comunidades quilombolas estão correndo o risco de desaparecerem por conta deste envenenamento coletivo que está acontecendo e por conta do furto de nossas terras, que é a única coisa que a gente tem, herdada dos nossos antepassados escravizados”, disse Josias Dias dos Santos, também conhecido como Jota, coordenador de relações públicas da Associação de Moradores e Agricultores Remanescentes de Quilombolas do Alto-Acará (Amarqualta).

Links:
https://amazoniareal.com.br/lider-quilombola-morto-ha-tres-meses-pediu-seguranca-do-mpf-e-da-policia-civil-do-para/


https://www.brasilbiofuels.com.br/agroindustrial/

https://amazoniareal.com.br/comunidade-de-ture-iii-resiste-a-pandemia-e-a-falta-de-assistencia/
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Cícero Pedrosa
Cícero Pedrosa Neto

Cícero Pedrosa Neto é repórter multimídia e colaborador da agência Amazônia Real desde 2018, atuando em temas relacionados ao meio-ambiente, impactos sociambientais da mineração, populações quilombolas, populações indígenas e conflitos agrários. Em 2019 foi um dos jornalistas premiados com o 41º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humano na categoria multimídia com a série “Sem Direitos: o rosto da exclusão social no Brasil”, um trabalho colaborativo entre mídias digitais independentes: #Colabora, Ponte Jornalismo e Amazônia Real. Foi bolsista do Rainforest Journalism Fund | Pulitzer Center em 2020. É fotógrafo, documentarista, roteirista, podcaster e mestre em sociologia e antropologia pela Universidade Federal do Pará. ([email protected])

6 Comentários

  1. Ledson de Almeida Lameira disse:

    É muita onda mesmo…cada uma!!

  2. Carlito disse:

    Impressionante que os únicos que perderam algo nisso tudo foi a empresa BBF, teve sua sede incendiada, vários veículos queimados, e disparo de balas em direção a trabalhadores que a única coisa que tinha eram celular para gravar tamanha destruição movida por ódio, e desespero, daquele que liderou o vandalismo por perder suas cargas de fruto furtado da empresa, Na atualidade os marginais pegaram o gosto de viver de furtos com a discurso de que são um povo privilegiado e acham que podem tudo sem sofrer penalidades.
    Ninguém pode está acima da lei.

  3. Adriana Vieira de Queiroz disse:

    Os índios querem a bbf longe dessas redondezas e como fica os trabalhadores da bbf que são muitos pais de família que depende desse emprego pra sustenta-la?

  4. Irley Max Barbosa da Silva disse:

    Esses indígenas são uma piada…
    Tudo chantagem por causa de grana, é só averiguar a vida que eles levam

  5. Leticia Osorio disse:

    Seria muito importante buscar informações junto ao ITERPA sobre por que não emite os títulos de propriedade ou posse coletivos para as comunidades, de forma a proporcionar uma solução mais efetiva ao conflito. E tem que investigar a empresa, se tem licença ambiental, se realizou os estudos sobre os impactos nas comunidades e se está grilando terras. Força e solidariedade às comunidades!

  6. Ademir Coelho Garcia disse:

    Muito importante a reportagem, para as questões que estão acontecendo atualmente na Amazônia. Sendo explorada e destruída novamente pela cobiça do mercado mundial.

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