Anistia Internacional cobra investigações sobre mortes de ambientalistas no Pará

As vítimas, encontradas com marcas de tiros, atuavam na preservação dos quelônios no rio Xingu, região reconhecida por conflitos e alta dos desmatamentos na Amazônia (Foto: Reprodução das redes sociais) Belém (PA) – O ambientalista José Gomes, mais conhecido como […]

Zé do Lago, a esposa, Márcia e a filha Joene foram assassinados em São Félix do Xingu (Foto reprodução redes sociais)
Amazonia Real Publicado em: 11/01/2022 às 22:02
Por da Amazônia Real
Metodologia
A reportagem destaca os assassinatos de uma família de ambientalistas que protegiam espécies de quelônios em São Félix do Xingu, no sudeste do Pará. Os corpos de José Gomes, mais conhecido como Zé do Lago, sua esposa Márcia Nunes Lisboa e a filha do casal, Joene Nunes Lisboa, foram encontrados com marcas de armas de fogo no domingo (9) no rio Xingu, próximo a residência da família na Ilha da Cachoeira do Mucura, no sudeste do Pará. A família atuava há 20 anos na preservação de tartarugas e tracajás (quelônios) na região.
Correções

“Os responsáveis pelos crimes devem ser identificados e responsabilizados de maneira célere e efetiva. O Estado brasileiro possui a obrigação de agir para conter a onda de violência e o ciclo de impunidade que se perpetuam na região amazônica e em todo o território nacional”, informa nota emitida pela organização Anistia Internacional. 


 

https://www.folhadoprogresso.com.br/categorias/noticias/regional/


 

https://anistia.org.br/informe/nota-publica-anistia-internacional-brasil-manifesta-indignacao-com-o-assassinato-de-familia-de-ambientalistas-no-para/


 

https://amazoniareal.com.br/livro-luta-pela-terra-na-amazonia/

Moisés
Moisés Sarraf

Moisés Sarraf atua na cobertura jornalística sobre política, direitos humanos e questões socioambientais na região amazônica. Foi repórter do jornal O Liberal e da revista Amazônia Viva, no Pará, e colaborou com o jornal Folha de São Paulo e Agência Pública. Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará (2011) e mestrado em Comunicação, Cultura e Amazônia pela mesma instituição (2019). Atualmente, é doutorando do Programa de Pós-Graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), em que desenvolve pesquisa sobre relações étnico-raciais na região do Marajó.

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