Povos Indígenas
Gravuras do rio Negro foram ateliês de antigos povos amazônicos
Sítio arqueológico tem também fragmentos cerâmicos de mais de dois mil anos e área de terra preta encontradas em paredões que rodeiam a área. Na imagem acima, o arqueólogo Carlos Augusto da Silva com fragmentos cerâmicos encontrados no Sítio da […]
Metodologia
Esta matéria faz parte da cobertura do impacto da seca na vida e na população amazônica, com foco em Manaus. Ela foi elaborada com o objetivo de dar continuidade à primeira matéria, sobre a descoberta de gravuras nas rochas do sítio arqueológico das Lajes, em Manaus, no período da seca de 2023. Foram entrevistados especialistas que estiveram no local, observando os achados que afloraram nas rochas.
Citações
“A gente viu bastante essas figuras. Essas unidades talvez formassem um ambiente, um ateliê ou oficina de produção de peças líticas. Um dado interessante é que estão muito bem esféricos, matematicamente são bem calibradas”
Carlos Augusto da Silva
Arqueólogo
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Só falta agora os gringos dizerem que o rio Amazonas e as rochas antigas que os professores brasileiros encontraram
são deles …
Tenho um visto um grande fluxo de pessoas no local, meros curiosos que vão para fazer selfies e postar nas redes sociais. E estão, mesmo sem saber, prejudicando o estudo do sítio arqueológico, retirando objetos dos locais sem o menor cuidado, manuseando peças de forma indevida… na próxima seca não terá mais nada para ser visto, porque isso virou uma atração turística que não tem o devido acompanhamento do poder público.
Sou um Geógrafo turma 2000 Ufam, estou ao lado do professor Carlos, sou um filhos Maragua do Rio abacaxis Nova Olinda do Norte, quando tenho essa oportunidade de visitar sítios de nossos ancestrais fico feliz sabendo informações milenares por ser lidas por outras etnias, recomendo também uma atenção para o Rio mutuca dos nossos pesquisadores para a recente contratação de estacas por nossos nativo no evento Cabanagem