A reportagem se originou a partida da divulgação da nota oficial do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kuana, que trouxe desdobramentos sobre a investigação do estupro e assassinato de uma menina indígena de 13 anos, e de um bebê que foi atirado no rio por garimpeiros, na Terra Indígena Yanomami, na aldeia Arakaçá, em Roraima.
Garimpeiros silenciam indígenas para não relatarem estupro e assassinato de menina Yanomami
Polícia Federal e Ministério Público Federal voltaram de comitiva à aldeia Arakaçá sem encontrar provas, mas Condisi-YY relata coação por parte dos garimpeiros (Foto: Condisi Yanomami). Manaus (AM) – Os garimpeiros que estupraram e mataram uma menina yanomami de 12 […]
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“A gente recebe muitos relatos. Garimpeiros ameaçam os Yanomami, e eles estão sempre fortemente armados. E também os garimpeiros andam bêbados. Eles se matam em tiroteios entre eles. As comunidades que têm garimpo perto, não conseguem mais caçar, pescar, porque os peixes morreram. A caça se afastou. Não se consegue mais alimentação. A coisa fugiu do controle. Os garimpeiros são hoje os donos da terra. Eles fazem o que bem entender”, diz Júnior Hekurari, presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Yek’wana.
Links:
https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=486084&ori=1
https://amazoniareal.com.br/menina-yanomami-cremada/
https://amazoniareal.com.br/garimpo-ilegal/
https://amazoniareal.com.br/pcc-amplia-atuacao-na-terra-indigena-yanomami/
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