Guarani-Kaiowá revela como foi espancado por jagunços

Vitorino Franco fala primeira vez à imprensa e traz um relato das dramáticas horas em que ele e um outro indígena foram ameaçados de morte Na imagens os indígenas da comunidade Tekoha Guaiviry protestam contra o genocídio de seu povo, […]

Indígenas da comunidade Guarani da Tekoha Guaiviry protestam contra o genocídio de seu povo, Mato Grosso do Sul. (Foto: © CIMI / Survival)
Amazonia Real Publicado em: 05/04/2021 às 19:47
Por da Amazônia Real
Metodologia
A reportagem entrevistou o indígena Guarani-Kaiowá, Vitorino Franco, que contou como foram as horas de terror que ele e dois colegas enfrentaram, em março, no ataque de três homens brancos fortemente armados no município de Aral Moreira, ao sudoeste de Mato Grosso do Sul.
Citações
"Para mim, está muito claro que a agressão tem a ver com a disputa de terra, com um  plano dos fazendeiros que mandaram seus homens para intimidar os indígenas", disse o  membro da Associação Aty Guasu.
Local de Cobertura
Marcio
Marcio Camilo

É jornalista cuiabano e remanescente da Comunidade Quilombola de Mato Cavalo (Nossa Senhora do Livramento – MT). Atua nas áreas de política, jurídico, cidades, esportes, cultura e reportagem. Já foi diretor de Cultura do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor) – gestão 2013 a 2015 – e, em 2014, integrou o Comitê Popular Regional da Copa do Mundo, que discutiu os impactos das desapropriações nas comunidades periféricas de Cuiabá (MT). Atualmente é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Poder da Universidade Federal de Mato Grosso (PPGCOM-UFMT), no qual investiga o fenômeno do Jornalismo Declaratório na imprensa cuiabana.

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