Povos Indígenas
Hospital de Guarnição do Exército é acusado de negligência
A unidade de São Gabriel da Cachoeira, no Oeste do Amazonas, registra casos de violência obstétrica, entre mulheres indígenas, e falta de assistência médica. O caso está sendo apurado pela Defensoria Pública do Estado (DPE). Na foto acima, Hospital de […]
Metodologia
Origem e metodologia: Pauta sugerida em relação às denúncias de negligência médica e violência obstétrica envolvendo indígenas Yanomami e não-indígenas, no Hospital de Guarnição do Exército, em São Gabriel da Cachoeira (AM). São cerca de cinco depoimentos que denunciam o descaso da unidade hospitalar com a população do município.
Apuração: A apuração foi feita de forma remota, por meio de entrevistas com a enfermeira do Dsei Yanomami Clara Opoxina; Alessandra Correia, uma enfermeira da TYI que sofreu violência obstétrica; Ohana Pimenta, irmã do bioquímico Vianney Pimenta Batista, falecido em agosto de 2024; Edson Yanomami, parente de V. Yanomami, indígena Yanomami que morreu por negligência médica em 2020; Salomão Yanomami, avô de Ciumara Fonseca, indígena Yanomami que sofreu violência obstétrica em 2024 (ele não quis se identificar). Também foram procurados os órgãos: CMA, Ministério Público Federal, DPE, DPU e SES-AM.
Apuração: A apuração foi feita de forma remota, por meio de entrevistas com a enfermeira do Dsei Yanomami Clara Opoxina; Alessandra Correia, uma enfermeira da TYI que sofreu violência obstétrica; Ohana Pimenta, irmã do bioquímico Vianney Pimenta Batista, falecido em agosto de 2024; Edson Yanomami, parente de V. Yanomami, indígena Yanomami que morreu por negligência médica em 2020; Salomão Yanomami, avô de Ciumara Fonseca, indígena Yanomami que sofreu violência obstétrica em 2024 (ele não quis se identificar). Também foram procurados os órgãos: CMA, Ministério Público Federal, DPE, DPU e SES-AM.
Citações
“Eu sei que a gente não é prioridade para eles, mas é saúde, e você tem que ter empatia pelo próximo e ter respeito pelos pacientes. Ele não foi o primeiro, nem o segundo e nem o terceiro caso de negligência. Nem vai ser o último caso se a gente não lutar, porque nosso luto virou luta. Apesar da nossa tristeza, queremos justiça” - Ohana Pimenta, fisioterapeuta, irmã de Vianney Pimenta
Local de Cobertura
Manaus
DOE PARA A AMAZÔNIA REAL
Sua contribuição fortalecerá o jornalismo investigativo, feito com independência e liberdade editorial, que visibiliza as populações silenciadas.
Melhor seria se o Exército atendesse só seu público alvo, como em outros lugares do Brasil: os militares e seus familiares.
Ia ser melhor para todos.
Aí poderiam pedir um hospital do SUS e fazerem fila lá. Deixando as vagas e o atendimento no hospital “horroroso” do EB só para os militares.
Talvez até criar um hospital em forma de oca para o povo indígena se sentir mais à vontade, respeitando a cultura e permitindo a atuação de pajés.