Os yanomami da região do Marauiá, afluente do alto rio Negro, no Amazonas, fronteira com a Venezuela, estão em protesto pela primeira vez contra a saúde indígena, que está a cargo do Distrito Sanitário Yanomami (Dsei-Y) e da Secretaria Especial de Saúde Indígena, do Ministério da Saúde. Eles afirmam que o coordenador do Dsei, o ex-vereador Ramsés Almeida Silva, do Republicanos, partido da base governista de Jair Bolsonaro (PL), não atendeu às reivindicações como solução para a falta de médicos, enfermeiros, técnicos e agentes de saúde nos postos de saúde, além de medicamentos como remédio para vermes.
Povos Indígenas
Indígenas Yanomami do Marauiá fazem protesto por melhorias na saúde
No ato inédito, os indígenas denunciam falta de medicamentos, inclusive para vermes, e relatam mortes de crianças nos últimos três meses (Foto da Associação Yanomami Kurikama) As lideranças Yanomami da região do Marauiá, afluente do alto rio Negro, desceram dos […]
Metodologia
Citações
“A última vez que vimos um médico em Marauiá faz três meses. Neste tempo morreram duas crianças”, disse Zé Gadilha, destacando que as reivindicações foram enviadas em 20 de outubro de 2021 ao ex-coordenador da Sesai, ex-coronel do Exército Robson Santos da Silva, ao Ministério Público Federal.
https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-52-de-12-de-janeiro-de-2022-374192682
https://www.linkedin.com/in/reginaldo-ramos-machado-86021254/?originalSubdomain=br
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