A Amazônia segundo Lúcio Flávio Pinto

O fantasma do cobre

Por Lúcio Flávio Pinto Publicado em: 28/08/2017 às 20:10
O fantasma do cobre
Lúcio Flávio
Lúcio Flávio Pinto

Lúcio Flávio Pinto é jornalista desde 1966. Sociólogo formado pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, em 1973. Editor do Jornal Pessoal, publicação alternativa que circula em Belém (PA) desde 1987. Autor de mais de 20 livros sobre a Amazônia, entre eles, Guerra Amazônica, Jornalismo na linha de tiro e Contra o Poder. Por seu trabalho em defesa da verdade e contra as injustiças sociais, recebeu em Roma, em 1997, o prêmio Colombe d’oro per La Pace. Em 2005 recebeu o prêmio anual do Comittee for Jornalists Protection (CPJ), em Nova York, pela defesa da Amazônia e dos direitos humanos. Lúcio Flávio é o único jornalista brasileiro eleito entre os 100 heróis da liberdade de imprensa, pela organização internacional Repórteres Sem Fronteiras em 2014. Acesse o novo site do jornalista aqui www.lucioflaviopinto.com.

1 Comentário

  1. Avatar Rogerio Soares disse:

    Otima analise. O melhor se o Brasil pudesse se dar ao luxo de deixar o ouro e outros minerios debaixo da terra. Mas se tem que explorar que se faça com alta tecnologia, restauração pós-lavra e conservação do meio ambiente do entorno. Será que esse povo da gritaria é capaz de olhar uma imagem de satelite do google earth e interpretar como esta o meio ambiente dentro da provincia mineral de Carajas e comparar como está do lado de fora? Façam o mesmo com a Flona Saraca-Taquera e a mineracao de cassiterita – olhem o entorno e dentro da Flona. A riqueza dos minerios pode ser usada para proteger de forma perena as reservas indigenas e unidades de conservação. Viuvas de Dilma estao usando politicamente este evento para atacar Temer, mas fecham os olhos para a destruicao dos grileiros, dos sem terras e assentamentos do Incra. A Amazonia esta sendo destruída pelo correntao, pelo fogo, pelo capim africano e pelo boi. Que se use a riqueza dos minérios para conservar amplas áreas da Amazônia e se contrapor a essas frentes de destruição.

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