Povos Indígenas

Procuradora diz que MPF fará o possível para garantir território aos Pankararu  

Por Kátia Brasil Publicado em: 28/09/2018 às 17:33
Procuradora diz que MPF fará o possível para garantir território aos Pankararu   
Kátia
Kátia Brasil

Kátia Brasil nasceu em Fortaleza, no Ceará, e no início dos anos 70 a família mudou para o Rio de Janeiro. Desde pequena foi curiosa e “perguntadeira” como dizia sua vó. Queria fazer a faculdade de cinema, mas não passou nos vestibulares públicos. Foi fazer jornalismo inspirada no trabalho dos jornalistas do Jornal do Brasil, entre eles, Zuenir Ventura. É jornalista formada pela Faculdade de Comunicação e Turismo Hélio Alonso, no Rio de Janeiro, em 1990. Iniciou a profissão em 1986 trabalhando nas rádios Tupi e Tropical, no Rio, onde também participou como editora da Revista Momentos e foi uma das fundadoras do jornal de bairro Folha de Santa Teresa. Em março de 1990 mudou-se para a Amazônia para trabalhar no jornal O Estado de Roraima (1990). Trabalhou na A Gazeta de Roraima (1991-1992) e foi repórter da TV Educativa (1992-1993). Em 1991 começou a trabalhar na grande imprensa como correspondente do jornal O Globo (de 1991 a 1994). O ofício da correspondência aprendeu com o jornalista Plínio Vicente. No final de 1993 mudou-se para Manaus, no Amazonas, onde trabalhou como editora de economia no jornal Amazonas Em Tempo (1993 a 1995) e foi repórter da TV Cultura (de 1995 a 1996). Trabalhou como correspondente dos jornais O Estado de S. Paulo (de 1994 a 2000) e Folha de S. Paulo (de 2000 a 2013). Entre os prêmios que ganhou está o Esso de Jornalismo Região Norte com reportagem “Bandeira do Brasil Hasteada na Fronteira”, publicada pelo jornal A Gazeta de Roraima. É cofundadora e editora-executiva da agência Amazônia Real. ([email protected])

2 Comentários

  1. Avatar Juraci Gomes de Menezes disse:

    A principio, sei que meu comentário, não será publicado. Porque esse site, só publica os comentários de apoio e nunca de desacordo. Mas mesmo assim, vou postar, para que os seus dirigentes, saibam a verdade. E não apenas, as informações passadas pelos descendentes distante do índios Panakararu. Primeiro a informação de que as indenizações estão depositadas, não é VERDADE. VARIAS PESSOAS FORAM AO BANCO PARA RECEBER, E NÃO HAVIA DINHEIRO NA CONTA. Segunda coisa, a polícia chegou quebrando a porta da casa do líder dos moradores. Não encontrado o líder, levou, uma moça e um rapaz, achando que se tratava dos filho dele. Foram atirando bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha até em pessoas idosas. Mas como no sertão não tem obediências às leis de respeito às pessoas, o que prevalece é a TRUCULÊNCIA dos policiais. Por se tratar de gente muito simples, eles agem como se fossem autoridade máxima.Quem está sofrendo violência, são os moradores daquelas comunidades, que tem que sair de suas casa sem receber as indenizações e sem ter para onde ir. A senhora procuradora e o próprio juiz, acha mais fácil, pressionar os moradores, que são a parte mais fraca, do que pressionar o PODER PUBLICO. No caso a FUNAI e o INCRA, para providenciar terra para esse povo morar e trabalhar.

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