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A Amazônia segundo Lúcio Flávio Pinto

Rastilho de pólvora

Por: | 17/01/2019 às 18:09

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4 Comentários

  1. Marilene Pantoja disse:

    Lucio, parabéns pela análise perfeita!

  2. ALCEBIADES NORMAN disse:

    Caro Lucio Flavio,

    Interessante o seu texto, mas creio que o termo a ser aplicado, no lugar de SEGURANÇA, deveria ser DEFESA, pois já se tem consagrado que termo defesa “olha pra fora”, enquanto o termo segurança “olha pra dentro”. Se considerarmos que o mote do seu texto, pelo histórico inicial estava se referindo com mais enfase ao papel das forças armadas, novamente o temos que o termo mais adequado é DEFESA, face ao papel das Forças Armadas, que é esta preparada e pronta para a defesa, assim entendidas, com a preservação da soberania nacional, da integridade territorial e da proteção do país contra quaisquer ameaças externas.

    • Amazônia Real disse:

      Você tem razão. Deveria ser defesa e não segurança, para o uso correto da expressão. Só que a matriz do processo de expansão econômica na Amazônia é a doutrina de segurança nacional. Ela olha tanto para fora como para dentro da região, acompanhando o que acontece em seu interior e estabelecendo as diretrizes para a enorme faixa de fronteiras. Daí a insistência secular na eterna cobiça internacional. Preparada para as nações, a doutrina é inofensiva às empresas. Nenhuma nação estrangeira tentou roubar a Amazônia do Brasil, ao contrário da teoria sobre a cobiça internacional, sistematizada por Arthur Cezar Ferreira Reis. As empresas, mais do que tentar, realizaram essa conquista. Dentro da l ei e com poucos problemas.
      Lúcio Flávio Pinto

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