Como o WhatsApp ajuda a monitorar a crise climática na Amazônia
Pesquisadores, ribeirinhos e indígenas se unem em um grupo no aplicativo, permitindo a troca entre o conhecimento tradicional e o científico. Imagem acima da estiagem de 2023 em Porto Praia, no território do povo Kokama, em Tefé.
Metodologia
Citações
“Essa é uma parte extremamente importante porque as pessoas sofrem os processos e na maioria das vezes, elas não são ouvidas e se elas não são ouvidas, ninguém sabe como ajudar, as pessoas ajudam mas não sabem se é isso que realmente elas precisam porque elas não conversaram com as pessoas que sofreram, né? Então se você não sabe o que a pessoa precisa você ajuda conforme o que você acha que ela precisa”,
Priscila Alves, engenheira ambiental e pesquisadora bolsista do Instituto Mamirauá
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Estou em Belém do Pará e toda a região norte sofre o os impactos da seca, em m maior ou menor grau. No entanto, a despeito das notas práticas, como o uso da tecnologia para conectar a pessoas que estão no território, as reportagens sempre preocupadas com a ética e em divulgar as questões ambientais, inclusive denunciando, eu penso que as comunidades devem fazer pressão internacional. Há o fundo amazônico aos tem dinheiro europeu, há a possibilidade de denúncias na corte interamericana, há igualmente, o sistema ONU. Enfim, as universidades, a sociedade civil organizada, os povos indígenas (coiabi,apito, etc), comunidades ribeirinhas, quilombolas, povos da floresta e etc., podem ser inserir no grupo de WhatsApp, por exemplo, e organizar as estratégias junto à comunidade internacional. Estamos todos, todas e todes no mesmo território e vamos sofrer, cada vez vai severamente, os impactos ambientais trazidos pelo “progresso”.