“Nós temos muitos problemas na bacia do rio Tapajós, com o avanço do garimpo, madeireiros, fazendeiros, sojeiros e muitos portos. Tentaram vender nossos rios e julgam contra os nossos direitos. O agronegócio avança cada vez mais com o Arco Norte e isso nos preocupa, porque não é só uma ferrovia. É um projeto de morte. É um espaço de morte do agronegócio, com veneno aéreo e veneno que mata nossos rios e igarapés” - Alessandra Korap Munduruku, liderança indígena
“Na prática, o julgamento discute se é possível flexibilizar áreas protegidas para viabilizar grandes empreendimentos de infraestrutura. Uma decisão favorável à diminuição da unidade de conservação pode representar a validação de uma estratégia jurídica e política de reconfiguração territorial voltada à implantação de corredores logísticos na Amazônia”, Bruna Balbi, assessora jurídica
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