Acusado de matar Ari Uru-Eu-Wau-Wau é condenado a 18 anos de prisão

Líder indígena foi morto em abril de 2020, de forma brutal. Ari Uru-Eu-Wau-Wau fazia parte dos Guardiões da Floresta. Acusado é dono de bar por onde liderança passou antes de ser espancado e assassinado (Print de tela do Canal do […]

Amazonia Real Publicado em: 15/04/2024 às 19:32
Por da Amazônia Real
Metodologia
Origem e metodologia: Pauta sugerida pela editoria em razão do julgamento do assassinato do líder indígena Ari Uru-Eu-Wau-Wau, em 2020. Repercutir os bastidores e a mobilização dos indígenas em torno do processo.

Apuração: Apuração feita de forma remota e em colaboração com a jornalista Luciana Oliveira, que está presente no julgamento. Foram entrevistados a ativista Neidinha Suruí; a viúva de Ari, Boroap Uru-Eu-Wau-Wau; e o assistente de acusação, Ramires de Andrade Jesus.

Links

https://amazoniareal.com.br/pf-prende-assassino-de-ari-uru-eu-wau-wau-em-rondonia/

https://amazoniareal.com.br/foi-assassinato-nao-foi-acidente-diz-familia-de-ari-uru-eu-wau-wau-morto-em-rondonia/

https://amazoniareal.com.br/web-stories/o-territorio/

https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2023/01/26/tintas-feitas-de-terra-e-cinzas-de-queimadas-pintura-de-600m-no-centro-de-sao-paulo-homenageia-ari-uru-eu-wau-wau.ghtml
Citações
“Fui para uma aldeia nova e sofri bastante na época. Os policiais falaram que eu não podia encostar meu dedo nele e comecei a passar mal” - Boroap Uru-Eu-Wau-Wau

“Eu fico sem entender até hoje porque foi tirada a vida dele daquele jeito, ele era um menino bom que sempre defendeu nosso território e sempre lutou” - Mandei Uru-Eu-Wau-Wau
Local de Cobertura
Nicoly
Nicoly Ambrosio

É jornalista formada pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e fotógrafa independente na cidade de Manaus. Como repórter, escreve sobre violações de direitos humanos, conflitos no campo, povos indígenas, populações quilombolas, racismo ambiental, cultura, arte e direitos das mulheres, dos negros e da população LGBTQIAPN+ do Norte. Em seu trabalho fotográfico, utiliza suportes analógicos, digitais e experimentais para registrar cenas da Amazônia urbana e de manifestações artísticas de rua marginalizadas, como a pixação e o graffiti. Desde 2018, participa de exposições de arte independentes e coletivas em Manaus. Já expôs trabalhos fotográficos no 10º Festival de Fotografia de Tiradentes (Tiradentes/MG, 2020) e na Galeria do Largo – Espaço Mediações (Manaus/AM, 2020). Recebeu o 1º Prêmio Neusa Maria de Jornalismo (2020), o Prêmio Sebrae de Jornalismo – AM na categoria Texto (2024) e o Prêmio Megafone de Ativismo na categoria Reportagem de Mídia Independente (2025). De 2020 a 2022, participou do projeto de Treinamento no Jornalismo Independente e Investigativo da Amazônia Real.

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