Manaus é palco da primeira ball indígena da Amazônia

A celebração da comunidade LGBTQIAPN+, que trouxe desfiles de moda e batalhas de dança e performance, se entrelaçou com a cultura originária e criou um evento inédito na região Norte (Foto: Alberto César Araújo/Amazônia Real). Manaus (AM) – No coração […]

Primeira Ball indígena feita na Amazônia (Foto: Alberto César Araújo/Amazônia Real).
Amazonia Real Publicado em: 04/12/2023 às 16:40
Por da Amazônia Real
Metodologia

A reportagem foi realizada a partir do convite do Coletivo Miriã Mahsã e da Casa Jabutt, para a repórter cobrir o evento, entrevistar as performers e contar suas histórias a partir da histórica segunda ball indígena do Brasil. 


apuração: As informações foram checadas de forma presencial e remota, por meio de entrevistas com 10 fontes, sendo elas dançarinas da cena ballroom e organizadoras da ball Espíritos Ancestrais.
Citações

“Eu entendi que a ballroom é uma tecnologia e é uma ideia, que você pega e você utiliza ela com as suas vivências, com a sua realidade e a gente consegue entender que os corpos periféricos e pessoas trans pessoas tem esse poder” - Simas Zion


 

Links:


 

https://amazoniareal.com.br/exposicao-conta-historia-de-uyra-sodoma-drag-queen-amazonense-que-ensina-ribeirinhos-sobre-sustentabilidade/


 

https://emtempo.com.br/120922/cultura/dos-suburbios-de-nova-iorque-as-ruas-de-manaus-conheca-a-cena-ballroom-por-voguers-manauaras/


 

https://www.instagram.com/ballroom.mao/


 

https://buzzfeed.com.br/post/ballroom-vogue-indigena-em-brasilia


 

https://www.lupadobem.com/coletivo-tybyra-traz-visibilidade-para-indigenas-lgbtqia/

Local de Cobertura
Nicoly
Nicoly Ambrosio

É jornalista formada pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e fotógrafa independente na cidade de Manaus. Como repórter, escreve sobre violações de direitos humanos, conflitos no campo, povos indígenas, populações quilombolas, racismo ambiental, cultura, arte e direitos das mulheres, dos negros e da população LGBTQIAPN+ do Norte. Em seu trabalho fotográfico, utiliza suportes analógicos, digitais e experimentais para registrar cenas da Amazônia urbana e de manifestações artísticas de rua marginalizadas, como a pixação e o graffiti. Desde 2018, participa de exposições de arte independentes e coletivas em Manaus. Já expôs trabalhos fotográficos no 10º Festival de Fotografia de Tiradentes (Tiradentes/MG, 2020) e na Galeria do Largo – Espaço Mediações (Manaus/AM, 2020). Recebeu o 1º Prêmio Neusa Maria de Jornalismo (2020), o Prêmio Sebrae de Jornalismo – AM na categoria Texto (2024) e o Prêmio Megafone de Ativismo na categoria Reportagem de Mídia Independente (2025). De 2020 a 2022, participou do projeto de Treinamento no Jornalismo Independente e Investigativo da Amazônia Real.

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