Origem e metodologia: Reportagem que aborda o avanço do processo de pavimentação do chamado “trecho do meio” da BR-319, que liga Manaus à Porto Velho. A obra é criticada por entidades socioambientais e lideranças indígenas devido ao seu impacto ambiental em diversos territórios ao longo do traçado.
Apuração: Apuração feita de forma remota, em Manaus. Entrevistas por telefone e mensagens com o cacique Zé Bajaga Apurinã, coordenador executivo da Focimp; Mariazinha Baré, coordenadora Apiam; Philip Fearnside, pesquisador do Inpa; Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima. Também foram procurados, por e-mail, o Dnit e o Ibama.
A 319 é uma necessidade, meu amigo é dono de uma distraído arroz, ele disse que o amazonense paga mais caro pela falta de logística, ou seja para a ONG, o povo manauara tem que viver na pobreza em nome de uma falsa proteção de uma estrada de barro, lembrem-se se o asfalto é um risco, o barro não é a proteção, visto que sem asfalto ela continua sofrendo degradação no seu entorno.
Outro ponto que sem asfaltamento e infraestrutura, tudo que foi falado aqui, vai acontecer com muita liberdade, a falta de estado e governança é ambiente perfeito para grileiros, garimpeiros e desmatadores, menos asfalto é menos fiscalização, totalmente o contrário dessa reportagem que só ouviu um lado
Incrível como a matéria despreza os povos que vivem e dependem da estrada, único lugar do planeta que 3 milhões de pessoas vivem isoladas porque uma ONG seriada em um lugar com infraestrutura quer, é possível sim criar um corredor ecológico e uma estrada sustentável, sem contar que sem asfalto, o desmatamento continua ocorrendo já que os veículos usados por destruidores da floresta não dependem de asfalto, outro ponto é que a emissão de CO2 ocorre nas balsas do rio madeira que lançam toneladas de óleo lubrificante todo ano, uma logística cara que aumenta preço de alimentos e remédios, ou seja, a discussão não é construir a rodovia ou não, ela será construída, mas sim como mitigar os impactos ambientais dela