Essa reportagem começou com a triste notícia do assassinto do adolescente indígena Cleijomar, o grito por providências solto por organizações do movimento indígena, ainda mais que o sangue do garoto LGBTQIA+ não foi o primeiro a ser derramado. Outras duas mortes fazem a comunidade acreditar que se trata de um caso de assassinatos em série. Haveria uma lista de marcados para morrer, seja por serem da diversidade, seja por lutarem por território.
Povos Indígenas
Indígenas LGBTQIA+ são assassinados no Mato Grosso do Sul
Adolescente de 16 anos, da etnia Guarani Kaiowá, foi encontrado morto, com golpes na cabeça, na rodovia MS-156, na região da reserva Limão Verde, em Amambai; é o terceiro caso semelhante, mas a polícia afirma ter sido atropelamento (Fotos: Reprodução […]
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“Este é o terceiro, sempre falam em suicídio, atropelamento, mas para nós é assassinato mesmo, homofobia, deixar um corpo na rodovia, sem uma coberta, para ser estraçalhado, é um descaso com o ser humano”, lamenta Daiane Alves, do coletivo LGBTIA+ da Via Campesina Brasil.
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Cuiabá
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