Indígenas reclamam de abandono depois das inundações no Acre

Sete etnias de diferentes localidades ainda sofrem com o impacto das cheias e lideranças cobram ações permanentes das autoridades para os eventos climáticos extremos. Na foto acima, aldeia submersa durante a cheia do rio Purus(AC) (Foto: Neto Lucena/Secom). Rio Branco […]

Aldeia submersa durante a cheia do rio Purus(AC) (Foto: Neto Lucena/Secom).
Amazonia Real Publicado em: 15/04/2024 às 16:33
Por da Amazônia Real
Citações
 

“Eu sou um jovem, aí penso na vida, penso que não tenho nada de trabalho, penso como é que vou seguir minha vida um dia e conseguir um futuro para ajudar meus parentes? Se eu ajudasse, já faria muita diferença, porque vejo um parente sofrendo e eu sofro junto. Não sei nem o que fazer com eles para melhorar a vida de cada um diante disso”


Damião Huni Kuin, liderança


Links:


https://biblioteca.mpf.mp.br/repositorio/communities/ab4f6f1c-52a8-4bc8-ac05-f0b758f28d4c


https://amazoniareal.com.br/cheia-no-acre-17-dos-22-municipios-estao-em-situacao-de-emergencia/


https://amazoniareal.com.br/alerta-ninawa-huni-kuin/


https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sesai


https://amazoniareal.com.br/ciencia-explica-seca-historica/


https://www.mpf.mp.br/ac/sala-de-imprensa/noticias-ac/mpf-recomenda-criacao-de-gt-para-enfrentar-os-efeitos-da-alagacao-sobre-comunidades-indigenas-no-acre/view


Local de Cobertura
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Hellen Lirtêz

Hellen Lirtêz é jornalista acreana, formada pela Universidade Federal do Acre (UFAC), onde também se especializou em Educação das Relações Étnico-Raciais e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. Atua na cobertura de temas socioambientais, com foco em racismo ambiental, conflitos territoriais e direitos humanos na Amazônia, articulando jornalismo e incidência a partir das realidades dos povos da floresta. Desde 2023, colabora com a Amazônia Real, produzindo reportagens investigativas que evidenciam desigualdades e violações de direitos na região. É vencedora do Troféu Tim Lopes – Revelação do Ano, do Prêmio +Admirados Jornalistas Negras de 2024, conquistou o terceiro lugar nacional no Prêmio Ampla de Jornalismo (2025) e foi reconhecida, em 2020, como “Menina que Muda o Mundo”, pela Força Meninas. Integra a Rede de Proteção a Jornalistas e Comunicadores do Instituto Vladimir Herzog e a rede internacional ecofeminista Latinas pelo Clima. Atualmente, cursa Especialização em Estudos Amazônicos pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), aprofundando sua atuação acadêmica e profissional nas questões socioambientais da região.

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1 Comentário

  1. Adilson da Silva lima disse:

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