Política
Vitória no Marajó: tarifa de barcos reduzida, mas a luta persiste
Comunidades quilombolas e ribeirinhas celebram acordo que limita aumento da tarifa, mas cobram investigação sobre violência policial e fim do monopólio no transporte. A imagem acima mostra passageiros desembarcando no terminal hidroviário de Soure (Foto: Alex Ribeiro/Agência Pará). Belém (PA) […]
Metodologia
A reportagem ouviu lideranças quilombolas de Salvaterra e representantes da sociedade civil envolvidos nos conflitos recentes, remontando também sobre a ocasião do naufrágio. Acessou documentos, como o Diário Oficial do Estado, e reportagens de época em sites oficiais, a exemplo do MPF. Esteve no local da reunião, em Belém, no dia 24, para acompanhar o desfecho da crise, por meio de observação e abordagens. Enviou email a todos os órgãos estaduais envolvidos, pedindo suas versões dos fatos.
Citações
“Tudo o que vem pra cá pro Marajó é marítimo. Tudo, tudo vem por Belém. Gás vem de Belém, alimentação vem de Belém, hortifruti vem de Belém, material de construção... Se um caminhoneiro pagava 1.800 reais em um caminhão carregado, ele iria passar a pagar 2.400 reais, 2.500 reais”
Líbia Pantoja, liderança da comunidade quilombola de Vila União Campinas
Links:
https://amazoniareal.com.br/naufragio-no-para-expoe-negligencia-na-amazonia/
https://www2.mppa.mp.br/noticias/tac-firmado-visa-garantir-melhorias-no-porto-de-camara.htm
https://amazoniareal.com.br/revogacao-da-lei-10820/
Líbia Pantoja, liderança da comunidade quilombola de Vila União Campinas
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Local de Cobertura
Belém
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