A reportagem achou intrigante o fato da UEPA aprovar somente no ano de 2021 as cotas étnicos raciais em seu processo seletivo. Durante o caminho da reportagem percebeu-se que o ano de 2022 é o ano da revisão da Lei de Cotas. Diante de um cenário de ataques de direitos de minorizados a reportagem também aborda o tema e finaliza contando um pouco do processo de cotas, onde houve participação do norte na construção desse direito da população negra e indigena. A reportagem é uma cobertura de profundidade. A reportagem procurou a assessoria da UEPA, da UFPA , da deputada Vivi Reis e entrevistou o reitor da Uepa, professor responsável pela resolução na instituição estadual, professora Aiala. E as militantes do movimento no Pará, Nilma Bentes e Zélia Amador
Política
Universidade Estadual do Pará adotará cotas raciais em 2023
Instituição já possui cotas sociais, mas o ingresso de pretos e pardos nos cursos mais disputados é inexpressiva; Estado foi pioneiro na adoção do Estatuto da Equidade Racial. Na Imagem acima, a estudante Ariely Jorge com seus colegas na UEPA […]
Metodologia
Citações
“Quando olhamos para essa distribuição nos cursos de fisioterapia, medicina, enfermagem é que a gente consegue entender que as cotas sociais não são eficazes 100%, porque elas não atingem todos os cursos. A maior parte dos alunos que se declaram pretos e pardos estão nos cursos de licenciatura”, explica o professor Aiala Colares, diretor da Diretoria de Acesso e Avaliação (DAA) da Uepa.
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https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2012/lei-12711-29-agosto-2012-774113-normaatualizada-pl.pdf
https://amazoniareal.com.br/amador-zelia/
https://amazoniareal.com.br/estudantes-indigenas-da-ufpa-relatam-ofensas-racistas-por-causa-de-pintura-corporal/
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Belém
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