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Pescadores anunciam mortandade de 25 mil t de peixes em Manaquiri (AM)

Por Kátia Brasil Publicado em: 23/11/2015 às 01:48
Pescadores anunciam mortandade de 25 mil t de peixes em Manaquiri (AM)
Kátia
Kátia Brasil

Kátia Brasil nasceu em Fortaleza, no Ceará, e no início dos anos 70 a família mudou para o Rio de Janeiro. Desde pequena foi curiosa e “perguntadeira” como dizia sua vó. Queria fazer a faculdade de cinema, mas não passou nos vestibulares públicos. Foi fazer jornalismo inspirada no trabalho dos jornalistas do Jornal do Brasil, entre eles, Zuenir Ventura. É jornalista formada pela Faculdade de Comunicação e Turismo Hélio Alonso, no Rio de Janeiro, em 1990. Iniciou a profissão em 1986 trabalhando nas rádios Tupi e Tropical, no Rio, onde também participou como editora da Revista Momentos e foi uma das fundadoras do jornal de bairro Folha de Santa Teresa. Em março de 1990 mudou-se para a Amazônia para trabalhar no jornal O Estado de Roraima (1990). Trabalhou na A Gazeta de Roraima (1991-1992) e foi repórter da TV Educativa (1992-1993). Em 1991 começou a trabalhar na grande imprensa como correspondente do jornal O Globo (de 1991 a 1994). O ofício da correspondência aprendeu com o jornalista Plínio Vicente. No final de 1993 mudou-se para Manaus, no Amazonas, onde trabalhou como editora de economia no jornal Amazonas Em Tempo (1993 a 1995) e foi repórter da TV Cultura (de 1995 a 1996). Trabalhou como correspondente dos jornais O Estado de S. Paulo (de 1994 a 2000) e Folha de S. Paulo (de 2000 a 2013). Entre os prêmios que ganhou está o Esso de Jornalismo Região Norte com reportagem “Bandeira do Brasil Hasteada na Fronteira”, publicada pelo jornal A Gazeta de Roraima. É cofundadora e editora-executiva da agência Amazônia Real. ([email protected])

1 Comentário

  1. Avatar JOCENI OLIVEIRA disse:

    Parabéns pela matéria, ela servirá como alerta para nossos governantes, em especial à Ministra Kátia Abreu que editou a Portaria Interministerial 192, derrubando os efeitos da Portaria 48 de 2007 do IBAMA sem consultar a categoria dos trabalhadores e trabalhadoras da Pesca, sem mesmo chamar para o processo DEMOCRÁTICO do diálogo, criam medidas e nos empurram guéla a baixo porque técnicos BUROCRATAS que não conhecem nossa realidade e nem conhecem o Amazonas, editam documentos que contradizem com os fatos, deveriam vir e sentir na pele o que é querer pescar para comer, e não conseguir porquê os poucos peixes que por enquanto estão vivos, sua qualidade não serve mais para o consumo, em virtude do forte sabor de lama e terra.

    Precisamos de fábricas de gelo no interior, unidades de beneficiamento de pescado, câmaras frigorífica enfim, queremos agregar valor ao nosso produto e quem sabe exportar nossa produção.

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