STF retoma julgamento da tese do marco temporal

O que está em jogo no julgamento Recurso Extraordinário (RE) 1.017.365 para as populações indígenas que não tem terras demarcadas antes da promulgação da Constituição, em 1988. (Foto: Diego Baravelli/Greenpeace) Brasília (DF) – O que está em jogo neste 1º […]

Mais de 5 mil lideranças indígenas de todo o Brasil se reúnem em Brasília de 22 a 27 de agosto no acampamento Luta pela Vida, para uma semana de atividades, mobilizações, manifestações e reuniões. Os indígenas lutam pelos seus direitos constitucionais e originários, por seus territórios livres, íntegros e saudáveis, pela demarcação e usufruto exclusivo de suas terras, pela sua cultura e pelo futuro. Lutam, enfim, pela vida.(Foto: Diego Baravelli/Greenpeace)
Amazonia Real Publicado em: 01/09/2021 às 14:03
Por da Amazônia Real
Metodologia
Com o adiamento do julgamento da tese do marco temporal, repórter de Brasília foi pautada para, dentro do Acampamento Luta pela Vida, procurar lideranças indígenas da Amazônia para ouvir as histórias de seus povos e os impactos, caso eles percam na Suprema Corte.
Citações
“Se o STF aplicar a tese do marco temporal, só restam os embargos de declaração que não têm efeitos modificativos. Só caberia cortes internacionais para apelar, como a Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH)”, afirma o assessor jurídico do Cimi, Rafael Modesto
Local de Cobertura
Cristina
Cristina Ávila

Cristina Ávila fez comunicação na PUCRS e iniciou o jornalismo em pequenos diários de Porto Velho, em Rondônia, onde foi atraída por coberturas sobre meio ambiente, questões indígenas e movimentos sociais. Por mais de duas décadas trabalhou em redações de jornais, especialmente no Correio Braziliense. Em Brasília, entre 2009 e 2015 trabalhou no Ministério do Meio Ambiente, responsável por assuntos como mudanças climáticas e políticas públicas relacionadas a desmatamento. Nesse período teve oportunidade de prestar algumas consultorias ao PNUD. Atualmente atua na imprensa alternativa.

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1 Comentário

  1. Jacinta Moreira disse:

    As 7 Família estranhas. são indígenas na resistência que vinheram para essa região na migração do Ceará. Povosis indigenas da nação kariú-kariri que muitos querem esconder que esse povo indígena está aqui na Amazônia. Principalmente no Amônia minha bisavó conviveu com o povo ashanika. chegando no Acre 1900 depois em 1940 fez se vizinha com os ashanika do Amônia e do povo Amoaca, não somos estranhos nascemos junto com alguns desses povos. A estranhessa é que não querem reconhecer que somos povos misturados é que a Funai não fez o estudo com preto que quantos povos existe dentro do Amônia, amais de um século estamos vivendo nessa terra e sabemos cultivave cuida da terra. Vamos resistir e contar a história desse povo que se que são chamados de invasores e branco, por não saberem contar a nossa história. Kanghy kayapri. Quando chegamos para conviver com os ashanika era esse povo que estava lá o povo amoaka já tinha caído espulso temos a mesma história de luta do povo Arara no Amônia somos povos migração de lugar. Só que saímos da floresta para contar o nossa história e mudar esse quadro Não somos brancos. Somos kariú-kariri nome que nós foi dado pelo povo tupi.

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