O casamento das índias juma gerou polêmica internacional

| 20/10/2013 às 20:40

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Comentários

  1. Iria Maria Royer - royersbrasil@yahoo.com.br disse:

    Um grande NÃO á venda por FHC de 50% do território brasileiro, SIM à proteção dos indígenas, continua na gaveta da presidente Dilma aguardando o NÃO PARA OIT N.169. Para a ONU hoje aliada a oligarquia da esquerda, “é bom” está chegando para eles o momento do Brasil caladinho, eles virão, e tomarão 50% do território. Temos que exigir, MANDAR se for preciso a senhora DILMA NEGAR, diser um grande NÃO PARA OIT N.169. Data Fatal no dia 24/07/2014. Nós sabemos que ela quer mesmo tomar tudo dos brasileiros, implantar comunismo no Brasil, e para isto ela faz de tudo, mesmo inconstitucional, contra o povo, não conhece nem hierarquia, faz tudo o que bem quer, e os brasileios que deveriam agir, penso até que muitos (ao menos os do Congresso) nem sabem nada sobre isto. Da-lhe NÃO, NÃO ou nós daremos um GRANDE NÃO para a senhora.

    • Gilberto disse:

      Estava até achando seu comentário interessante e realista até chegar na parte da ficção cientifica de que vai implantar o comunismo aqui.

  2. […] 10 – Em março de 1994, a Funai e o Cimi iniciaram um processo de aproximação dos índios Jumas com povos falantes da língua tupi-guarani. O antropólogo Gunter Kroemer (1939-2009), do Cimi, acompanhou um encontro das índias juma com índios parintintin na região de Joari Tapuí, no município de Lábrea (AM). Ele defendia relação inter-étnica com a autonomia preservada das duas etnias. Pergunto? Que direito tiveram e tem o CIMI, CIR, alheios aos costumes indígenas em cada tribo, para determinar com quem os nossos jovens índios podem e devem ter relações sexuais? Aonde fica a Funai que é protetora, defensora e guardiã dos indígenas como reza na CB de 1988 permitiu/permite? Não conseguimos entender por que diminui a cada dia a quantidade de índios brasileiros nos diversos dialetos em cada tribo. Hoje, a etnia Jumas está praticamente extinta e as ONGs culpam os seringueiros. Quem pode garantir tal afirmação, sem que o Exército esteja presente para realizar a segurança no entorno, desde que foram proibidos de adentrar. No entanto, a terra indígena Juma, com 38.700 hectares, está demarcada, com recursos naturais da reserva, que é cortada pela estrada Transamazônica (BR-230). Leiam o link e perguntem a si mesmos, por que não existe índios jovens Jumas para matrimônio, e leiam o depoimento da índia canadense na Comissão da Verdade no item 8, “eles” castraram os índios quando crianças para não terem mais filhos e no prazo de trinta anos se apoderaram das terras, é a média de vida deles. http://amazoniareal.com.br/o-casamento-das-indias-juma-gerou-polemica-internacional/ […]

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