Falta cloroquina para tratamento de malária em aldeias indígenas

Depois de entupir as aldeias com o remédio sob o pretexto de combater a Covid-19, governo Bolsonaro deixa faltar medicamento contra a malária; cresce o número de casos da doença. Na imagem acima, soldados do Exército Brasileiro durante a Missão […]

Missão interministerial de combate à Covid-19 em populações indígenas, atendimentos ao povo Yanomami nas aldeias polos bases Waikás e Auaris, em Roraima. Equipes da Secretária Especial de Saúde Indígena (SESAI) do Ministério da Saúde, do Ministério da Defesa e da Fundação Nacional do Índio (Funai) levaram atendimento médico e insumos às comunidades Yanomami, nas áreas de fronteira do país. (Foto: Agência Saúde)
Amazonia Real Publicado em: 21/07/2022 às 15:53
Por da Amazônia Real
Metodologia
A reportagem aborda a Nota Técnica nº 53 do Ministério da Saúde, assinada em junho pelo Coordenador Geral de Vigilância de Zoonoses e Doenças de Transmissão Vetorial, Marcelo Yoshito Wada. O documento confirma que a pasta tem atraso na produção e distribuição da cloroquina, e sugere outro tratamento, composto por “artemeter + lumefantrina ou artesunato + mefloquina” para os doentes. E que, devido ao atraso na produção e distribuição da cloroquina, enfrentamos desabastecimento temporário deste medicamento em alguns locais. A reportagem investigou que o remédio que combate a malária falta na Terra Indígena Yanomami, no Amazonas e Roraima.   
Citações

“O uso indiscriminado desses medicamentos pode causar efeitos colaterais importantes, criar resistência do Plasmodium Vivax à cloroquina e onerar em muito as despesas para SUS”, explica o médico Paula Basta.


 

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Local de Cobertura
Edda
Edda Ribeiro

Amazonense, é formada em Jornalismo pela PUC-Rio. Tem interesse em Saúde, Gênero, Segurança Pública, Política e Direitos Humanos. Tem passagem como repórter pelo jornal O Dia e assessoria de imprensa em agências cariocas. Já colaborou com reportagens para Revista Viração, Agência de Notícias de Favelas, Alma Preta, Agência Patrícia Galvão, Ponte Jornalismo, Projeto Colabora e Le Monde Diplomatique. ([email protected])

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