Sua contribuição fortalecerá o jornalismo investigativo, feito com independência e liberdade editorial, que visibiliza as populações silenciadas.
Val Munduruku destaca o protagonismo indígena LGBTQIAPN+ no ATL 2026, reafirmando que seus corpos e vozes também são território em defesa da vida e da ancestralidade. O texto aborda a importância do 2º Ballroom Indígena e das marchas como espaços de resistência, identidade e visibilidade contra o apagamento histórico e o preconceito.
Povo Lanawa retoma identidade após reconhecimento no Censo, mas ainda enfrenta os efeitos de décadas de apagamento. Em uma parceria da Amazônia Real com a VII Foundation, braço educacional da agência de fotografia VII com sede em Paris e considerada […]
O programa funcionou como uma sentinela jornalística, garantindo que, enquanto as autoridades negociavam em salas climatizadas os temas da Conferência do Clima da ONU, a realidade das comunidades que sofrem com a mineração industrial e a violência no campo não ficasse fora do enquadramento das discussões globais.
Lúcio Flávio Pinto resgata a história de Wolfgang Sauer (1930-1913), ex-presidente da Volks no Brasil na década de 70. Sua gestão foi marcada por ter se adaptado à conjuntura política e econômica da ditadura militar e da ocupação da Amazônia, com um grande projeto de criação de gado e beneficiamento de carne, que resultou em um empreendimento mal sucedido.
Leia maisO artigo descreve sobre a vizinhança do centro de Belém, lugar que se originou a capital paraense após a invasão dos portugueses ao território indígena Mairi, a cidade da nação Tupinambá, também autodenominado de Mairiwara, em 1616. Hoje, abandonado com casarões antigos, os moradores do centro viram chegar o dinheiro dos investimentos na Conferência da ONU sobre o Clima, COP30, mas poucas alterações ocorreram nos bairros do centro. Eles se sentem abandonados pelo poder público, mas mantém o espírito de Mahyra.