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Val Munduruku destaca o protagonismo indígena LGBTQIAPN+ no ATL 2026, reafirmando que seus corpos e vozes também são território em defesa da vida e da ancestralidade. O texto aborda a importância do 2º Ballroom Indígena e das marchas como espaços de resistência, identidade e visibilidade contra o apagamento histórico e o preconceito.
No município com a maior população quilombola do Brasil, comunidades convivem há mais de quatro décadas com o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. Desde 1983, quando a ditadura militar desapropriou 52 mil hectares, 312 famílias foram removidas […]
O vídeo destaca a forte conexão das mulheres quilombolas e quebradeiras de coco babaçu com a natureza, definindo a terra, a água e a floresta como femininas e fontes geradoras de vida. As extrativistas denunciam que as áreas mais produtivas de babaçu foram cercadas com cadeados, impedindo o livre extrativismo essencial para seu sustento.
Cada uma das 18 turbinas instaladas na hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, consome cerca de 775 metros cúbicos de água por segundo. Isso, quando operam em sua capacidade máxima, de pouco mais de 11 mil megawats. Em meados […]
Leia maisO artigo descreve sobre a vizinhança do centro de Belém, lugar que se originou a capital paraense após a invasão dos portugueses ao território indígena Mairi, a cidade da nação Tupinambá, também autodenominado de Mairiwara, em 1616. Hoje, abandonado com casarões antigos, os moradores do centro viram chegar o dinheiro dos investimentos na Conferência da ONU sobre o Clima, COP30, mas poucas alterações ocorreram nos bairros do centro. Eles se sentem abandonados pelo poder público, mas mantém o espírito de Mahyra.