Sua contribuição fortalecerá o jornalismo investigativo, feito com independência e liberdade editorial, que visibiliza as populações silenciadas.
Val Munduruku destaca o protagonismo indígena LGBTQIAPN+ no ATL 2026, reafirmando que seus corpos e vozes também são território em defesa da vida e da ancestralidade. O texto aborda a importância do 2º Ballroom Indígena e das marchas como espaços de resistência, identidade e visibilidade contra o apagamento histórico e o preconceito.
Povo Lanawa retoma identidade após reconhecimento no Censo, mas ainda enfrenta os efeitos de décadas de apagamento. Em uma parceria da Amazônia Real com a VII Foundation, braço educacional da agência de fotografia VII com sede em Paris e considerada […]
O programa funcionou como uma sentinela jornalística, garantindo que, enquanto as autoridades negociavam em salas climatizadas os temas da Conferência do Clima da ONU, a realidade das comunidades que sofrem com a mineração industrial e a violência no campo não ficasse fora do enquadramento das discussões globais.
Artigo apresenta um debate e reflexões sobre as diferentes ferramentas e metodologias de monitoramento de desmatamento e outras ameaças ambientais na Amazônia. O autor republica entrevista que ele fez em 2004, com o pesquisador Alberto Setzer, do Inpe, que faleceu em 2023.
Leia maisO artigo descreve sobre a vizinhança do centro de Belém, lugar que se originou a capital paraense após a invasão dos portugueses ao território indígena Mairi, a cidade da nação Tupinambá, também autodenominado de Mairiwara, em 1616. Hoje, abandonado com casarões antigos, os moradores do centro viram chegar o dinheiro dos investimentos na Conferência da ONU sobre o Clima, COP30, mas poucas alterações ocorreram nos bairros do centro. Eles se sentem abandonados pelo poder público, mas mantém o espírito de Mahyra.