Sua contribuição fortalecerá o jornalismo investigativo, feito com independência e liberdade editorial, que visibiliza as populações silenciadas.
Val Munduruku destaca o protagonismo indígena LGBTQIAPN+ no ATL 2026, reafirmando que seus corpos e vozes também são território em defesa da vida e da ancestralidade. O texto aborda a importância do 2º Ballroom Indígena e das marchas como espaços de resistência, identidade e visibilidade contra o apagamento histórico e o preconceito.
Sem políticas públicas efetivas de proteção e sob o abandono institucional, comunicadores e jornalistas que investigam crimes ambientais e conflitos agrários na Amazônia enfrentam uma escalada da violência que vai da ameaça física ao assédio judicial. O jornalismo independente na […]
O programa funcionou como uma sentinela jornalística, garantindo que, enquanto as autoridades negociavam em salas climatizadas os temas da Conferência do Clima da ONU, a realidade das comunidades que sofrem com a mineração industrial e a violência no campo não ficasse fora do enquadramento das discussões globais.
Como práticas de ocupação da Amazônia se repetem em diferentes momentos da história. Lúcio Flávio Pinto resgata um fato ocorrido em 1976 e, 50 anos depois, ele descreve como “os ocupantes das áreas amazônicas de floresta dão mais um passo para desafiar o poder público”.
Leia maisO artigo descreve sobre a vizinhança do centro de Belém, lugar que se originou a capital paraense após a invasão dos portugueses ao território indígena Mairi, a cidade da nação Tupinambá, também autodenominado de Mairiwara, em 1616. Hoje, abandonado com casarões antigos, os moradores do centro viram chegar o dinheiro dos investimentos na Conferência da ONU sobre o Clima, COP30, mas poucas alterações ocorreram nos bairros do centro. Eles se sentem abandonados pelo poder público, mas mantém o espírito de Mahyra.